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Entrevista Com O Compositor Rodrigo Cicchelli

Пятница, 28 Июня 2019 г. 09:25 + в цитатник

No Feriadão “Não Queria Vir Para Miami”, Diz , As Despejadas, ‘Sará O Quê?


Rodrigo Cicchelli é compositor, flautista e professor de constituição e matérias ligadas à música e tecnologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Cicchelli nasceu no Rio de Janeiro em 1966 e, formado em composição musical pelo Instituto Villa-Lobos da UNIRIO, foi assim como aluno de César Briga-Peixe e Hans-Joachim Koellreutter. Tua geração engloba música eletroacústica, música mista, com instrumentos, voz e meios eletrônicos e peças pra orquestra. Como Tocar Violão Em um Minuto , exerce um estimulante serviço como produtor e apresentador do programa Eletroacústica pela Rádio MEC FM.


Pesquisando sua obra percebe-se essa coisa intrigante das recentes composições pra orquestra e grupos de câmara. Entre “Esboço de Psyché” ou “Seis estudos de allures” e as mais recentes obras do passo “Música Noturna”, há alguma relação de unidade? Como Tocar Violino → Curso Completo Por Somente R$129,97! Esboço de Psyché” deu partida à constituição de um período orquestral centrado em figuras mitológicas femininas - e também “Psyché”, há assim como “Thétis” (que retoma uma obra eletroacústica antiga), “Eurídice” e “Éco”. Entre os mitos, as lembranças e “allures”, tua obra expressa em vários termos uma não pequena inquietação com presente.


Acho que a pergunta que se impõe a partir dessas constatações é o porquê disto se oferecer então. Tenho estado mais aberto, após o tal hiato composicional, à livre pulsão criativa, deixando meu inconsciente guiar-me sem as preocupações típicas do vanguardismo.



  • 56 "Mistérios do passado"
  • Ritmo de dois tempos (versão 2)
  • Invista em um esporte zoom_out_map
  • Aprenda a cozinhar de outra forma
  • cinquenta e um (102) "Ódio à Primeira Vista"
  • Repertório: Asa Branca (Luiz Gonzaga)

Minha formação foi profundamente marcada por uma geração estética calcada pela percepção de oposições (e superações) dialéticas que seriam fruto de “necessidades” históricas inescapáveis, como se a História fosse uma velha senhora a quem deveríamos ser obedientes. Com minha experiência acumulada, esta visão ficou insustentável. E não há saída para o artista fora de si mesmo - lição que aprendi com Machado de Assis, com o Pestana de “Um Homem Célebre”; e com Herman Hesse e o “deixar-se cair” do “Lobo da Estepe”.


Neste significado, pra mim como criador não há mais História, e, assim sendo, nem ao menos Passado e muito menos Futuro, somente um eterno Presente em que moldo (o compositor é um “filtro”) todas as minhas experiências musicais, estéticas e pessoais. Que álbum Te Inspirou A Entender A Tocar Guitarra ? se está menos orientado “de fora”, a começar por concepções dogmáticas, e mais sensível ao que vem de dentro, melhor se estabelecem estas “teias de associações” faladas em um momento anterior, que a mim me surpreendem e encantam. A unidade seria logo uma espécie de coordenada complexa pra onde confluem as pulsões e experiências, filtradas por um eu não-rigoroso, contudo fluido e sensível.


Quem sabe isto se relacione com a pergunta anterior, quem sabe não, todavia há um período de tua criação que é inquietante. Como foi essa passagem dos seus estudos, no momento em que você foi de Luta-Peixe pra Denis Smalley? Bem como esta passagem me inquieta, até hoje!


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