Em Postagem Escrito Da Prisão, Lula Distorce Fatos |
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém o desejo de se candidatar nas eleições nesse ano. Câmara Do Rio Aprova Textos Que Beneficiam Carreiras Da Educação O Dia , ele cumpre pena de 12 anos de reclusão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Lula escreveu da prisão um post publicado pelo jornal francês Le Monde em 16 de maio, em que diz não ter cometido nenhum crime e manifesta o teu vontade de regressar a comandar a nação. O Truco - projeto de fact-checking da Agência Pública, que tem verificado o discurso dos presidenciáveis - analisou oito frases do artigo. Foram identificadas distorções em 3 delas, ausência de contexto em novas duas e um excesso.
Uma das falas é discutível e a outra traz um dado improvável de provar. O ex-presidente imediatamente havia sido verificado em novembro do ano anterior, ao discursar em Atraente Horizonte no fim da Caravana de Minas Gerais. A assessoria de imprensa de Lula informou as fontes das afirmações, no entanto optou por não dialogar os selos da checagem. É Minicurso De Lógica De Programação encerrou o segundo mandato com aprovação recorde de 87%, segundo levantamento encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope em dezembro de 2010. Foi o superior efeito obtido por um presidente. Entretanto essa e outra pesquisa da época, feita pelo Instituto Datafolha, chegaram a um número inferior a respeito do índice de aprovação do seu governo.
A checagem destas sugestões mostra que o ex-presidente escolheu o número mais favorável possível sobre o seu funcionamento pessoal, omitindo outros resultados. Profissionais Abrem Tuas Casas Para Ceder Aulas De Culinária; Conheça 7 Deles % de aprovação da busca CNI/Ibope foram obtidos pela resposta à seguinte pergunta: “O(A) sr(a) aprova ou desaprova a maneira como o presidente Lula está governando o Brasil? ”. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 140 municípios.

Como a procura tem margem de defeito de dois pontos porcentuais, pra mais ou pra menos, a aprovação ficou pela faixa de 85% a 89%. Além do repercussão positivo, 10% disseram que desaprovavam e 2% falaram que não saberiam responder. Quanto ao funcionamento do governo, os números foram inferiores. Dentre os entrevistados, 26% classificaram o segundo mandato do ex-presidente como “ótimo” e 54% das pessoas ouvidas acharam “bom”, somando um total de 80% (78% a 82%, considerada a margem de erro).
Uma pesquisa praticada pelo Instituto Datafolha na mesma data chegou a detalhes parelhos. O levantamento ouviu 11.281 pessoas, e a margem de problema é de 2 pontos porcentuais. Dados oficiais apurados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) evidenciam que, entre 2002 e 2012, o número de brasileiros pela faixa de extrema pobreza caiu de 14,nove milhões pra 6,5 milhões.
O número exibido por Lula no post para o Le Monde por ventura deriva de um discurso feito por Dilma Rousseff (PT) em 2014. Na ocasião, a presidente ponderou que 36 milhões de brasileiros saíram da miséria na última década. Uma estatística igual foi apresentada na pré-candidata da Rede, Marina Silva, em entrevista ao programa Pânico! As informações do estudo “Duas décadas de desigualdade e pobreza no Brasil medidas na Pnad/IBGE” comprovam que, de 2002 a 2012, o número de brasileiros considerados extremamente pobres caiu de 14,nove milhões pra 6,5 milhões.
O tempo abrange os 8 anos de mandato do presidente Lula, e também 2 anos do governo Dilma. O cálculo baseia-se nos microdados da Busca Nacional por Demonstração de Domicílios (Pnad) de 1992, 2002, 2011 e 2012, praticada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Eles permitem verificar a incidência de pobreza e extrema pobreza com apoio em estatísticas de renda calculadas por intermédio do salário mínimo.
As contas do Ipea seguem os parâmetros adotados pela maioria da estatísticas oficiais, como a classificação de pobreza e extrema pobreza do Plano Brasil Sem Miséria, ajustada pelo Índice Nacional de Preços ao Comprador (INPC). 140, que caracteriza o grupo de pobreza, o contingente cai de quarenta e um milhões pra 15,7 milhões de brasileiros no período, número bem como muito desigual do mostrado por Lula.
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