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Coletivos Abrem Caminho Para Artesãos

Ñóááîòà, 25 ßíâàðÿ 2020 ã. 06:40 + â öèòàòíèê

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] É sede de um concelho (desde 1852) que engloba no teu perímetro a cidade de Marco de Canaveses e a vila de Alpendorada. ] É limitado a norte pelo município de Amarante, a leste por Baião, a sul por Cinfães, a sudoeste por Castelo de Paiva e a oeste por Penafiel.


Por esta terra diz-se "Entre o Douro e o Tâmega, onde começa o Marão". Nascida num relevo instável a cidade tem a seus pés e como porta principal o Rio Tâmega. É servida de bons acessos Rodoviários, pela A4. Tem também ligações Ferroviárias, esperando por obras de electrificação da Linha que liga ao Porto.


O Marco de Canaveses é berço de figuras ilustres, que projectaram além-fronteiras o nome desta terra, destacando-se no panorama artístico a figura de Carmem Miranda, no ramo empresarial Belmiro de Azevedo e no mundo da ciência, o historiador Aníbal Barreira. Cidade desde 1993, de meia altitude (217 metros), de face voltada para o Norte, para a Serra da Aboboreira.


O topónimo principal "Marco de Canaveses" é composto por dois elementos, sendo que o segundo será obviamente uma alusão à cultura do cânhamo, outrora abundante nessa localidade. O primeiro elemento do topónimo, "Marco" derivaria de uma marca de pedra, divisória das freguesias de Fornos, S. Nicolau e Tuias. Uma outra definição para o topónimo tem origem numa lenda. Conta-se, que a rainha D. Mafalda teria passado pelas obras da ponte que mandara fazer, e cheia de sede, pediu água aos pedreiros. AS ETAPAS DE UMA OBRA o acesso ao rio era muito árduo, um deles disponibilizou uma cana pra que a rainha bebesse directamente do rio. A rainha, ao devolve-la terá dito "Guardai-a visto que a cana é boa às vezes".


O povoamento do território a que corresponde o actual concelho do Marco de Canaveses remonta a épocas bastante recuadas, tendo sido encontrados consideráveis vestígios do período neolítico, nomeadamente alguns monumentos funerários. Do tempo da ocupação romana, chegaram até aos nossos dias os vestígios de Tongóbriga, uma povoação romana de que restam as termas, o fórum, zonas habitacionais e uma necrópole. A história do concelho passa pela história da velha vila de Canaveses.


Mendo Gil foi o seu primeiro administrador conhecido. Durante os anos de 1255 a 1384, o senhorio pertenceu a D. Gonçalo “A Reforma Ministerial Será Em Etapas . Em 1384, D. João I deu-o a João Rodrigues Pereira, parente de Nuno Álvares. De imediato no reinado de D. João II era posse da coroa, sendo um meirinho nomeado pelo rei que administrava e nomeava os juizes, procuradores e tabeliães. No século XIX, foi integrada no concelho de Soalhães e em meados do mesmo século, no de Marco.


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O concelho do Marco de Canaveses foi montado em 1852 por decreto de D. Maria II, por anexação dos concelhos de Benviver, Canaveses, Soalhães, Portocarreiro, cota dos de Gouveia e Santa Cruz de Riba Tâmega. Hoje, o Marco de Canaveses é uma cidade e concelho que, pela sua proximidade ao Extenso Porto, serve de casa a diversos que buscam a sensatez perto de um enorme centro urbano.



Actualmente Vinte e oito Estantes Que São Verdadeiras Bibliotecas mais visitados são a Igreja de Sta. Decoração De Casas Pequenas , na Cidade, a cidade Romana de Tongobriga, no Freixo ; o Convento de Alpendurada, em Alpendurada e o Santuário do Fedelho Jesus de Praga,em Avessadas. Obs: De 1900 a 1950 os dados referem-se à população "de facto", ou melhor, que estava presente no concelho à data em que os censos se realizaram.


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