O Que Transportar Em Consideração Ao Planejar Uma Reforma Do Zero? |
Estas imagens criam cabeceiras pra cama, enfeitam tomadas e dão personalidade a cada recinto. Você mesma pode botar! · Seleção uma parede lisa, seca e limpa, que não tenha sido pintada com cal. · Pegue um pedaço de papel higiênico e passe na parede: se ele prosseguir limpo e seco, ela está pronta afim de ser enfeitada. · Tua parede foi pintada recentemente? Espere duas semanas antes de adesivar. · Para observar como o desenho ficará, posicione-o no lugar desejado com a ajuda de uma fita crepe, dê uns passos para trás e admire. Flores discretas Elitize. Onde utilizar: pela sala.
· Se o desenho escolhido for muito extenso, recorte o adesivo com uma bacana margem, pra poder posicionar teu desenho do jeitinho que você quer. · Retire a película de proteção e vá colando o adesivo lentamente. A técnica é a mesma que a gente usa com o papel contact, sabe? · Este vídeo mostra o passo a passo sem complicação. Se quiser, troque a espátula por um pano macio, que assistência a impossibilitar bolhas. Vale por uma cabeceira. Gecko Stickers. Onde usar: no quarto. · Surgiram bolhas no adesivo? Faça um furinho com uma agulha bem fina e pressione com os dedos (como se estivesse espremendo uma espinha!) até que o ar saia.
Jardim interno. Elitize. Onde utilizar: pela sala ou como cabeceira da cama. Na web: muitas lojas de adesivos vendem pela internet e entregam pelo correio por todo o Brasil. O Que Precisa Ser Feito? lojas de decoração: o preço pode ser mais alto, porém você já sai com seu adesivo na mão. Nas bancas de revista: opção mais barata, atente só pra que a cola, de particularidade inferior, não estrague a parede. Contando Carneirinhos. Decoração Branca Amplia Apartamento De setenta M² - Casa Vogue . Onde usar: fica atraente no quarto do fedelho! Quatro Tendências E Sugestões Simples Para Reformar Casas Antigas não detém cada responsabilidade a respeito de os comentários postados abaixo, sendo correto que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.
Projeto de Gui Mattos. Madeira e alvenaria mista foram eleitas pra infraestrutura dessa moradia. Um volume fechado por vidros, local da sala de estar e cozinha, garante a comoção de leveza e transparência. Para fugir da umidade e conservar a permeabilidade do solo, a laje está a noventa cm de altura, em média.
Projeto de André Guidotti. Aberta pra meio ambiente, esta construção de tipo clássico tem itaúba na infraestrutura, nas esquadrias, no piso do caminhar superior e até no forro. Optou-se pelo verde-claro na fachada, com a idéia de mimetizar a residência e a paisagem. Projeto de Márcia Barbieri e Tatiana Voigdlener.
Esta casa de praia repousa discretamente pela paisagem que a cerca, apesar da cor vibrante da textura vermelha. Uma comedida mescla de suporte de madeira e telhas de barro se traduz numa arquitetura livre, bem tropical. Repare que o pergolado realça a entrada na fachada. Projeto de Luciana de Carvalho Pinto, do escritório Sintagma Arquitetura, e Gigio Martinez. Escondida na mata Atlântica e localizada no pé de uma montanha, esta residência é bem integrada à natureza que a cerca.
A suporte leva eucalipto e concreto armado, e a fachada ainda exibe a área reservada à garagem revestida de pedra. Projeto de Ricardo Breda. Ampla varanda, piscina e muito lazer esta casa materializa a sensacional vida perto do mar. Apesar de pareça fácil, a construção de concreto e alvenaria é rica em detalhes, como os pilares pintados, as telhas de madeira e as janelas de palhetas móveis. Projeto de David Bastos.
A construção de linhas contemporâneas e atmosfera despojada fica à beira-mar. Entre coqueiros, a moradia se abre para a meio ambiente por intermédio de grandes painéis de vidro. No projeto, optou-se por uma seleção criteriosa de acabamentos, todos de descomplicado manutenção. Projeto de David Bastos. Por aqui, a solidez do concreto que fornece organismo aos fundos conecta a moradia de modo modernista à montanha, durante o tempo que a leveza do vidro, da madeira e do aço remete a construção para a direção do mar.
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