O Desafio DE Amar: COMO VOCÊ Podes Tomar UM HOMEM DE DEUS? |
Na semana passada, duas publicações que se consideram como defensoras da mulher se encararam em combate —e o consequência foi impensado. As imagens sem retoques atraíram mais de um milhão de visitas —mas o exercício assim como atraiu reações negativas. Pra muitos leitores, "Jezebel" parecia ter selecionado o alvo incorreto, uma atriz e roteirista que conseguiu um corpo "desigual" —ou seja, típico de alguém real— nas telas de Televisão. Como Fazer Um Homem Correr Atrás De Você até quando "Vogue" tenha retocado muito os fundos das fotos, ela deixou o corpo humano de Dunham, criadora e personagem da série "Girls", pela rede de Tv a cabo HBO, fundamentalmente intocado. Tv James Poniewozik no Facebook, em referência às cenas de nudez sem constrangimentos interpretadas por Dunham.
Veteranos "Jezzies", o codinome pelo qual são conhecidos os leitores do site, se queixaram pela seção de comentários. Mesmo Anna Holmes, a criadora do Jezebel, declarou em entrevista estar "surpresa" com o que suas sucessoras fizeram. O truque poderá ter fracassado por outro motivo: as feministas ultimamente parecem ter conquistado a vitória —ou no mínimo avanços importantes— em sua competição 7 Pecados Da Internet deste tipo. Dunham à versão francesa da revista "Slate", em resposta à controvérsia.
Por décadas, as revistas femininas fizeram às feministas o favor de lhes doar alvos claros, ilustrações mensais sobre isto as atitudes sociais restritivas contra as quais o feminismo combatia. Em março de 1970, quase cem mulheres ocuparam o escritório do homem que editava a revista feminina "Ladies' Home Journal" por onze horas.
Porém teu prato principal continuava a ser modelos brancas e magérrimas; fórmulas pra tomar a aprovação masculina; e a "fabricação de inseguranças que mais tarde as revistas mesmas ajudariam a definir", nas frases de Holmes. Em 2007, Holmes criou o Jezebel, sob controle na Gawker Media, como escolha a —e arma de ataque contra— revistas como "Glamour" e "InStyle", pras quais ela havia trabalhado. Entretanto desde desse modo, as capas e o tema das revistas mudaram.
Cindy Leive, editora chefe da "Glamour", em entrevista. A "Vogue" prometeu no ano passado que não mais usaria modelos que "pareçam sofrer de distúrbios alimentares", e a "Glamour" expandiu teu emprego de modelos cheinhas. Quer Namorar Ou Casar? , Gloria Steinem aceitou o prêmio "mulher do ano", conferido pela "Glamour", se aproximando de um gênero de publicação que no passado ela criticava. Em entrevistas, Leive, da "Glamour", e Joanna Coles, editora da "Cosmopolitan", dizem sempre acompanhar pelo Twitter e outros meios digitais se tuas leitoras estão se sentindo bem representadas. Leive. A edição de fevereiro da "Cosmopolitan", tais como, apresenta avisos sobre isto como "mostrar-se e se defender" no trabalho, e um artigo sobre isto casais que tomam decisões conjuntas sobre isso abortos.
Jessica Coen, editora do Jezebel, citou em entrevista que ainda valia a pena combater as revistas femininas. Não obstante, Roxane Gray, divisão de uma nova leva de considerações feministas que vêm conquistando atenção pouco tempo atrás, citou que a "Vogue" e tuas congêneres não eram vasto angústia. Gray diz que em ambiente disso seu tema está pela "erosão da categoria média" —e que prefere apreciar as revistas pela fantasia que são.
Não é pra se tornar um bobo-sorridente: algumas vezes as circunstâncias nos obrigam a reagir de jeito negativo, e isso não é obrigatoriamente fraco. Gianetti chama atenção para a diferença entre “ser feliz” e “estar feliz”. “Existem pessoas que levam uma existência cheia de momentos de alegria, mas que não têm um caminho ou um sentido.
No extremo inverso estão aqueles que abrem mão do ‘estar feliz’ por só raciocinar no futuro e viver com prudência demais”. Talvez o melhor caminho esteja entre esses 2. Atingir este equilíbrio não é moleza e infelizmente não há fórmula mágica nem manual completo. O lance é prestar atenção a si mesmo e destinar-se mudando aos pouquinhos.

“As mudanças mentais demoram e não são fáceis. Demandam um vigor constante”, aconselha o dalai. Felicidade não é um final em si, e sim uma conseqüência do jeito que você leva a vida. As pessoas que buscam receitas e respostas complicadas para ela acabam perdendo de visão os menores prazeres e alegrias. É o cotidiano de uma pessoa e a forma como ela reage às circunstâncias mais banais que definem seu grau de felicidade. Ou, para resumir tudo: um jeito garantido de ser feliz é se preocupando menos em ser feliz.
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