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Gastar mais do que se ganha vai te deixar no vermelho, certo? Parece óbvio. Não precisa ser um expert em finanças pessoais pra saber que a conta não vai fechar no término do mês. É a mesma lógica das dietas pra emagrecer. Se consumirmos mais calorias do que gastamos no dia, na semana e no mês, vamos engordar. E parece que é desta maneira assim como com o dinheiro, uma mera equação entre circunstância e efeito, preciso? As pessoas sabem que é preciso possuir uma conexão saudável com o dinheiro para equilibrar o orçamento, sabem que é desejável possuir uma reserva de emergência e que é necessário economizar pra possuir uma aposentadoria tranquila.
Apesar disso, a inadimplência ameaça as famílias, a mesma renda hoje quase que não oferece conta das despesas de antes, o assunto é de instabilidade e as dívidas se acumulam, aumentando a aflição. Desse jeito, pelo motivo de o entendimento não necessariamente se converte em decisões melhores? A resposta está no prato do self-service e na sua conta bancária: as suas possibilidades. Nossa existência financeira é o efeito de hábitos que repetimos no microcosmo da nossa rotina. O comportamento no dia-a-dia, que algumas vezes confunde o que é necessário ou dispensável, é o que dita as nossas relações de consumo e a nossa conexão com o dinheiro.
Uma pesquisa qualitativa recém-concluída pelo Itaú Unibanco mostra que a dúvida do equilíbrio ou desequilíbrio financeiro permeia todas as classes econômicas e sociais. O defeito pertence ao rico e do miserável, está estreitamente conectado ao jeito e isto vem de remoto. Somos o resultado de uma comunidade acostumada com o imediatismo, que sofreu com a inflação alta, que dormia ou acordava espantada por um novo plano econômico ou pelo confisco da poupança. Eventos sérias que mudaram o motivo do dinheiro nas nossas vidas.
No momento em que observamos pelo porte social, a expansão recente, em tal grau do consumo quanto do acesso ao crédito, trouxe consigo sentimentos de participação e pertencimento, sem, mas, a experiência e conhecimento necessários pra tomada da melhor decisão financeira. Esse mesmo levantamento mostra que, se por um lado o consumo representa uma série de coisas positivas, o poupar é quase que teu antagonista, visto como mesquinho ou até mesmo um fator de risco. Mesma assimilação que se tem em relação a investimento, considerado um negócio de alto traço.
O crédito é encarado como uma espécie de selo de aprovação social pelas pessoas, o empréstimo é entendido como repercussão de uma imprudência e o endividamento é quase que uma pergunta moral. O entendimento é desbalanceado, construído em cima de valores e regras subjetivas e impacta negativamente a própria gestão do dinheiro. Os resultados nos levam a reflexões consideráveis a respeito escolhas, jeito e, até mesmo, o papel dos bancos nesse fato, sendo aparelho para direcionar estratégias e iniciativas no assunto. Como as corporações financeiras são capazes de se tornar parceiras de alternativas mais eficientes?
Como produtos e serviços financeiros são capazes de ser usados a favor da prosperidade das pessoas e do nação? Como podemos socorrer as pessoas a utilizar o crédito com planejamento contribuindo para a promoção de seus objetivos? Como desejamos socorrer no conhecimento sobre o trato que vão assumir ao contratar produtos financeiros ou parcelar uma compra antes de tomarem essa decisão? Estas são perguntas que norteiam a agenda das organizações comprometidas com a educação financeira.
Entendemos que o protagonismo é das pessoas, entretanto o papel do setor como um todo é potencializar a conquista real e financeiramente saudável com ofertas transparentes, sendo parceiros na tomada consciente de decisão. Desejamos entusiasmar o tópico na comunidade, inspirar as pessoas a fazer melhores alternativas com o dinheiro, trazendo prosperidade individual e coletiva. Estamos informando da existência das pessoas e do que elas colocam no prato. A decisão é a toda a hora tua. Para colaborar, basta enviar e-mail pra debates@grupofolha.com.br. Os posts publicados com assinatura não traduzem a posição do jornal. Tua publicação obedece ao propósito de motivar o debate das dificuldades brasileiros e mundiais e de refletir as muitas tendências do pensamento contemporâneo.
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