Cinco Blogueiras Plus Size Brasileiras |
Em tempos corridos, dois anos é muito e, de lá para cá, mudou quase tudo no universo social corporativo, com o propósito de qualquer máquina de procura apontar milhares de hiperlinks para "estratégias de redes sociais". Tantas que é muito simples se perder logo no início da procura por uma, efetiva, para teu negócio.
Toda conversa (corporativa) seria social, naturalmente viral e os processos de negócio, internos e externos, efetuados em comunidades nas mídias sociais, inclusive -e principalmente- as formadas ou lideradas pelo negócio. Atingir este grau, ou mesmo uns 2 ou três abaixo, não é fácil. Poderá conduzir anos, até porque redesenhar processos organizacionais pra torná-los sociais vai, na maioria dos casos, entrar em choque com a máquina (antissocial) da organização. Uma disputa entre comando e controle, quase sempre muito bem acordados, e conectividade e interação para construção coletiva.
O efeito é famoso: empresas lançando uma estratégia "social" durante o tempo que proíbem o emprego de mídias sociais pelos colaboradores no local de trabalho, alegando que o "social" que promovem (pros outros) interfere pela "produtividade" (dos seus). Podes até ser que redes sociais tenham um embate negativo em negócios onde as pessoas estão mais interessadas nas fotos e nas fofocas do final de semana do que nas metas da semana, mês ou ano.
Aí, é viável que o trabalho não tenha sentido. Quem sabe as pessoas sejam só fração de um modo, que não se conhece para onde vai nem ao menos se chega em algum local, qualquer ambiente. Aí que a "estratégia social" da maior parte das empresas é de conceder pena. Em quase todas, é só um "goste de mim" numa mídia social. Como se social fosse unidirecional, por sinal.
Twitter salvasse o negócio. Ainda são poucos e raros os casos em que há uma tentativa sincera e articulada de utilizar métodos, processos, arquiteturas e sistemas sociais pra agregar valor real aos freguêses e aos consumidores, inclusive os potenciais. E isso pode talvez ser mais claro do que parece. Pergunte-se qual deveria ser a estratégia social do seu negócio e a resposta nunca estará muito distante destes 5Cs: formar conexões entre colaboradores, consumidores e compradores. Redes sociais verdadeiras cortam assimetria de dado, e isto, na prática, aproxima pessoas.
Ou, de modo mais ampla, todo tipo de agente, inclusive no mercado. Mais conectividade, para mais interação e consequente criação coletiva de discernimento, aproxima tudo e todos, para melhor ou para pior. Se tua oferta de valor, pra teu mercado, é verdadeira, conecte-se a tudo e a todos, inclusive internamente, eliminando as restrições de acesso às redes sociais em sua corporação.
Mais um passo na direção certa. E depois que Zooropa 93 findar Bono neste instante divulgou que esta turnê só acaba certamente depois que a banda tiver tocado nos 5 continentes. Resta desta forma os países do Pacífico - que por ventura receberão uma versão um tanto diferenciado da excursão ainda esse ano - e América Latina.
Tanto os fãs de “Sunday Bloody Sunday” quanto os de “The Fly” vão estranhar. A nova parceria do U2 com Brian Eno - produtor que fez o estouro da banda de The Unforgettable Fire pra frente - vai mais afastado do que cada supergrupo já foi. Zooropa, o disco, é a cara de Zooropa 93, a tour - uma superprodução que embaralha inteiramente o que se espera do U2 com o que o grupo espera de si mesmo.
Комментировать | « Пред. запись — К дневнику — След. запись » | Страницы: [1] [Новые] |