Estágios Do Desenvolvimento Humano |
Psicólogo Kurt Lewin. MAILHIOT (1976: Sessenta e seis “A produtividade de um grupo e tua competência estão estreitamente relacionadas não só com a competência de seus participantes, entretanto, principlamente com a solidariedade de tuas relações interpessoais”. Deste jeito o orientador educacional deve estar concentrados ás necessidades do grupo pra viabilizar um lugar escolar saudável pra todos os membros da comunidade escolar.
MAILHIOT ( http://numerologiaecabala.iwopop.com/Home : 67) diz que a necessidade do ser humano está pela inclusão, no controle e pela afeição. Os autores são unânimes em diferenciar a grande gravidade do assunto “relações interpessoais” em tal grau para os indivíduos quanto para as empresas, relativamente à produtividade, particularidade de existência no trabalho e efeito sistêmico.
“Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia de nossa frase. É curioso salientar que o autoconhecimento e a experiência de controlar as emoções auxilia a conexão interpessoal do aluno com seu professor e com os demasiado participantes do grupo despertando-o pra aprendizagem. A este recurso Daniel Goleman define como Inteligência Emocional. A inteligência emocional está relacionada ao desenvolvimento de imensas habilidades tais como: mobilizar-se e persistir em face de frustrações, controlar impulsos, canalizar emoções para circunstâncias apropriadas, estimular e engajar-se a objetivos de interesse comum.
A vida é um permanente correlacionar-se e para que o ser humano tenha consciência desta prática tem que em primeira instância, notar-se pra logo após conhecer o outro. Vejamos o que diz o aluno B (EJA) “Entre os mais velhos nos entendemos bem, os mais jovens têm outra visão das coisas e fica árduo o discernimento; não temos os mesmos pensamentos”. A aluna B (EJA) “Em sala de aula há diálogo entre os colegas, cada um fala o que pensa, trazendo novas idéias”.
A Inteligência Intrapessoal trata das habilidades de autoconhecimento emocional, controle das emoções e automotivação. Aprendendo discernir e controlar o sentimento e solucionar problemas, o aluno conseguirá participar da existência em grupo sendo reconhecido coletivamente e terá condições de pesquisar, definir conflitos, reduzir a agressão e encontrar o ponto gerador do aprendizado.
As relações do individuo no grupo são desse modo mesmo, considerável não só para o aprendizado social, mas essencialmente, para a tomada de consciência de sua personalidade. A confrontação com os companheiros permite-lhe constatar que é um entre os outros, e que ao mesmo tempo, é idêntico e distinto deles.
Finalmente, as vidas afetivas, sociais e intelectuais supõe, efetivamente, a vida social. O objetivo educacional, se quiser sobreviver, tem que tornar-se a facilitação de modificação e aprendizagem. Facilitação de aprendizagem não é equivalente a ensino como é comumente instituído. Não depende necessariamente, como por exemplo, de aptidões particulares do líder,nem de seu conhecimento erudito, nem de seu planejamento curricular, nem do emprego de recursos audiovisuais.
Não depende de aprendizagem programada, aula, relatórios orais ou mesmo livros, lápis e papéis. Qualquer destes pode, naturalmente, ser utilizado como processo. Efetivamente, um facilitador de aprendizagem é apenas isso em relação ao aprendiz, um recurso, todavia um jeito vivo. Dizendo De Gestão facilitador só poderá funcionar na relação interpessoal com o aprendiz. É esta relação Dez Erros Financeiros Que Podem Findar Com O Casamento , por isso, ser de essencial importância em cada caso educacional.
A primeira destas atitudes importantes é a realidade ou genuidade. O professor para ser um facilitador, precisa despojar-se do convencional “papel”, “máscara”ou “fachada” de ser “O PROFESSOR” e tornar-se alguém real com seus alunos. Isso significa que os sentimentos que está tendo, sejam quais forem, necessitam de aceitação e transparência pra com seus alunos. Se estiver entediado ou zangado, entusiasmado ou com carinho, poderá estar então livremente, sem necessitar fixar isso aos alunos. Estudantes deveriam ser livres para responder de tal maneira, não obstante nos parece que apenas o professor tem o certo de falar seus sentimentos.
Uma segunda atitude que deve impregnar a conexão professor-aluno é o nascimento de confiança e aceitação, levando em conta-se digno e valioso. Isto envolve apreensão , todavia não de natureza possessiva ou controladora. Intercomunicação por natureza, só é possível em um clima caracterizado por compreensão empática. Um facilitador de aprendizagem precisa ser sensivelmente consciente da maneira como o modo de educação e aprendizagem parece ser pro estudante. Os aprendizes, pra serem bem sucedidos em suas tarefas, necessitam de comunicação. Devem, acima de tudo, ser compreendidos, não avaliados, não julgados, não ensinados. Facilitação necessita de entendimento e aceitação empática.
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