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É motivo para comemorar a volta das oportunidades pela carreira pública — ou temer pela explosão da concorrência no ano que vem? Os anúncios do governo necessitam ser tomados com cautela, pela visão de Marco Antônio Araújo Júnior, presidente da Anpac (Agregação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos) e diretor do Damásio. “São discursos de teor fortemente político”, diz ele. “No momento em que anunciaram a suspensão dos concursos, queriam sobressair pros investidores que o governo estava apertando o cinto, que estava sendo responsável; já, querem irradiar o recado de que o país está superando a crise”.
Viviane Rocha, pedagoga e professora de técnicas de estudo pela Central de Concursos, também acredita que os órgãos públicos abrirão mais oportunidades no ano que vem. “Atuo nesse universo desde 1994 e agora percebi que a toda a hora há uma enxurrada de vagas após um estágio de contenção”, explica ela. “A tendência é que os concursos voltem a acontecer corriqueiramente”.
A promessa é reforçada pelo acontecimento de que seleções usuais, como da Polícia Educação A Distância Significa Demissão De Professores? , estão atrasadas — e tudo aponta que necessitam suceder no próximo ano. É bem como o caso da Stanford é O colégio Que Mais Formou CEOs, Segundo LinkedIn; Visualize Ranking , que não abre vagas desde 2014 e precisará repor servidores que faleceram ou deixaram seus cargos. Araújo lembra que a possibilidade da reforma da previdência levou vários profissionais a antecipar a aposentadoria.
“Hoje se Jovens Em Construção servidores irão se aposentar”, explica o presidente da Anpac. “Esse movimento de saída acabará abrindo oportunidades para novos ingressantes”. Vanessa Pancioni, gerente acadêmica da LFG, bem como acredita na abertura de algumas vagas no serviço público como uma capacidade para conter o desemprego. “Em diversas cidades brasileiras, a maioria da população trabalha pra máquina pública, principalmente no âmbito municipal”, explica ela. “O governo pode abrir concursos como uma forma de proporcionar emprego”.
Vale recordar que a ideia de que concursos não podem ser abertos em ano eleitoral, como será o caso de 2018, não passa de mito. “A única restrição se cita à Discriminação Ou Zelo Na Saúde? , quer dizer, quem prestar concurso 3 meses antes da eleição só conseguirá tomar posse no ano seguinte”, explica o presidente da Anpac.
As incertezas do cenário eleitoral pro ano que vem, na visão de Araújo, bem como não devem preocupar os concurseiros. “No Brasil, a máquina no estado é relativamente desvinculada da política, a não ser pra cargos comissionados”, diz ele. “Independentemente de quem preencher a cadeira da presidência, as seleções devem continuar acontecendo”, diz ele.
Pro início de 2018 estão previstas seleções bastante aguardadas, como da Advocacia Geral da Combinação (AGU), Ministério Público da União (MPU), STF (Supremo Tribunal Federal) e STJ (Superior Tribunal de Justiça). São concursos difíceis — e a concorrência necessita ser principlamente acirrada. Segundo Araújo, a sabedoria de que a reforma trabalhista podes prejudicar a constância de quem trabalha na iniciativa privada eventualmente levará a uma corrida por empregos públicos.
“O número de registrados precisa disparar, mas a maioria será composta de ‘paraquedistas’, pessoas que nunca prestaram concursos e não estão bem preparadas”, diz ele. Pra Rocha, a explosão da concorrência não necessita assombrar o concurseiro experiente, porque a taxa de absenteísmo (proporção de candidatos que faltam à prova) está em ritmo ascendente no Brasil.
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