Sucesso Nas Redes sociais |
O músico Jay Sean visitou as sedes do YouTube, Facebook e Twitter. O Instagram o procurou com instruções sobre o melhor horário para postar fotos e adquirir o máximo embate. Os sete Segredos Como Divulgar Curso Online E Ser Um Sucesso entanto existe um serviço de mídia social que não contatou Sean, ainda que ele use o app frequentemente pra publicar momentos espontâneos de sua vida: o Snapchat.
Sean, cujo superior sucesso é a canção "Down", pela qual ele canta com o rapper Lil Wayne. Como Usar As Redes sociais A favor Da Sua Escola seguidores no Instagram, mas diz que não domina quantas pessoas o seguem no Snapchat já que a corporação não revela o dado. As redes sociais tradicionalmente formam elos estreitos com atores, músicos, políticos e pessoas conhecidas por nada mais que tua presença online, porque essas pessoas têm o poder de trazer mais usuários. No entanto o Snapchat, controlado pela Snap, uma organização que está a caminho de uma oferta pública inicial de ações que necessita bater recordes, no ano que vem, não segue estas regras.
Em espaço de oferecer privilégios a celebridades como Sean, o Snapchat os limita e os trata como usuários comuns. Em lugar de cortejar os influenciadores, pessoas comuns com extenso número de seguidores nas mídias sociais, muitas vezes envolvidos em promoção paga de produtos, o app vem mantendo a distância com conexão a eles.
O fundamento para a diferença: o Snapchat quer doar uma experiência mais autêntica, que não dependa de descrever com celebridades no serviço, e que não se visualize diluída pelos pronunciamentos publicitários dos influenciadores. Quanto mais a vida real de alguém mostrar-se no serviço, calcula o Snapchat, entretanto íntimo e pessoal ele parecerá.
E os anunciantes são capazes de se sentir mais atraídos por essa autenticidade, o que os estimularia a comprar anúncios do Snapchat em território de pagar celebridades e influenciadores por menções a seus produtos. Sean. "No Snapchat, de fato conheço meus fãs. Eles não gostam de nada muito forçado ou encenado, no Snapchat".
O Snapchat diz que prefere que celebridades usem o app como os além da medida usuários, e não como plataforma de venda de produtos. As normas de emprego da corporação proíbem artigos pagos, o que inviabiliza o marketing estrada influenciadores. A companhia, sediada em Venice, Califórnia,diz que não quer prejudicar a imagem do app como território em que as pessoas interagem com amigos.
Grant Owens, vice-presidente de estratégia da Critical Mass, uma agência de publicidade digital. Apesar de que o app ganhe dinheiro com publicidade, argumentou Owens, conservar os artigos relativamente livres de marketing ajudará a corporação a se diferenciar. Tudo isso contrasta com a maneira pela qual Facebook, Twitter e outras redes de rede social fazem uso celebridades e influenciadores a término de ampliar a popularidade de seus serviços.
A documentação de oferta pública inicial do Twitter, em 2013, apontava que o cozinheiro Mario Batali e o presidente Barack Obama estavam entre seus usuários. O YouTube, do Google, ajudou a elaborar uma nova classe de celebridade online -o influenciador- ao relevar os criadores de vídeos famosos pela plataforma. E o Instagram apoia as celebridades e influenciadores divulgando dados que conseguem ajudá-los a trazer audiências maiores.
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