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São Paulo - Depois de quatro anos pela cadeira de presidente da Bunge Brasil, organização de agronegócio e alimentos, Pedro Parente, de sessenta e um anos, decidiu se aposentar da vida executiva. O contrato de Pedro estava programado para expirar em junho de 2014, e a renovação seria possível — caso ele desejasse. “Teria de permanecer por um período de mais quatro anos, e encontrei que era o instante de parar”, diz Pedro.
Neste momento o presidente acompanha o método de sucessão (candidatos externos e internos estão sendo entrevistados) e se prepara para um novo momento de carreira, longe das empresas. “Não pretendo ser executivo”, admite. “Chegando aos 60, cada ano da vida se torna mais sério. Todavia a aposentadoria é só de teu crachá de presidente da Bunge. A carreira continuará em outro lugar. Ex-ministro da Moradia Civil no decorrer do governo de Fernando Henrique Cardoso, Pedro não pretende voltar pra existência pública. Como ele, vários profissionais estão chegando ao auge da carreira com menos idade e mais peculiaridade de vida e, dessa forma, deixando altos cargos executivos cada vez mais cedo.
O repercussão deste assunto é que, mesmo com uma trajetória de sucesso, presidentes prestes a sair da existência executiva necessitam aguentar com angústias emocionais, enfrentar a hesitação sobre o que fazer e buscar outra vez o sucesso. Uma pesquisa feita pelo Datafolha em 2011 revelou que a idade média dos presidentes no Brasil é quarenta e sete anos. Dicas Para O Sucesso Pela Hinode , em média, 5 anos ocupando o cargo de CEO, eles se veem com cinquenta e dois anos quando saem, na primeira vez, do topo de uma organização.
“O mercado brasileiro está em expansão, e há procura pelo avanço veloz dos profissionais”, diz João Márcio Souza, da Talenses, consultoria de recrutamento executivo de São Paulo. Em alguns setores, a velocidade é ainda maior. Segundo Peter Cappelli, professor de gestão da Wharton, escola de negócios da Instituição da Pensilvânia, funcionários de organizações como Google levam apenas 14 anos pra comparecer da apoio à diretoria. “Se você trabalha em uma companhia ou em um setor que vive mudando, é provável que as promoções de cargo aconteçam em menos tempo”, diz Peter.
Este foi o caso de Mario Anseloni, de 45 anos, que aos trinta e oito chegou à presidência da HP, fabricante de computadores e impressoras, no Brasil. “Tinha determinado uma meta de que até os quarenta e três anos seria presidente e, para minha surpresa, isso ocorreu antes”, diz. Depois que saiu da HP, foi convidado a assumir o comando da Itautec, onde ficou por três anos, até o início do ano passado. Em Entrevista, Meninos Falam A respeito Fome, Pânico E Como Ficaram Presos Pela Caverna O Dia com menos de cinquenta anos e não desejava mais ser executivo. Obteve três boas propostas pra prosseguir como CEO, no entanto as recusou.
Sua vontade era empreender. “Queria me perceber no início da carreira de novo”, declara Mario. Além de abrir uma consultoria, Mario aliou-se em fevereiro ao empresário João Doria, da empresa de eventos Lide, para formar um fórum de ex-presidentes em circunstância de carreira parelho à sua. No Lide Master estão presentes, até sem demora, trinta ex-presidentes de grandes organizações, como TAM, Vivo, Serasa e Alpargatas, que se descobrem para trocar impressões a respeito do mercado e também ajudam executivos que ainda ocupam cargos essenciais em corporações.
“Vamos dividir nosso background com quem está na presidência”, diz Mario. A reunião de ex-CEOs visa conservar ativa a rede de contatos de seus integrantes. A circunstância de convívio favorece pra que profissionais enfrentem melhor as alterações de carreira. “Quando se perde o poder, só se tem a influência”, diz Pedro.
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