França Oferece Bolsas De Pós-graduação Pra Estrangeiros |
Será que existe ciência vantajoso e ciência inútil? Os recentes cortes no financiamento deste campo no Brasil causaram indignação entre nós, pesquisadores, mas não assistimos à mesma reação da população como um todo. Em meio a este método, ficou claro que em tal grau a população como dirigentes políticos acreditavam que a tecnologia é sério, só que não entendiam super bem qual era o papel da ciência pela criação dessa tecnologia. http://blogtuasaude89.qowap.com/19343289/se-brasil...entes-morreriam-diz-mercadante : não entendiam bem o que é e com que objetivo serve a ciência básica e por que é preciso investir em pesquisa pro desenvolvimento de um povo.
Ao longo do meu doutorado, as pessoas costumavam me perguntar o que eu estudava. Eu explicava: “estudo a regulação gênica em bactérias.” A pergunta seguinte era a todo o momento a mesma: “Mas para que isso serve? ”. A minha resposta assim como a todo o momento era a mesma: “Para compreender como tem êxito a regulação dos genes de uma bactéria”.
No meu primeiro pós-doutorado, passei a investigar uma bactéria que é uma praga nas lavouras de laranja, a Xanthomonas sp. Curiosamente, no momento em que falava desta pesquisa, as pessoas demonstravam mais interesse e respeito pelo meu serviço. Ora, eu estava estudando alguma coisa economicamente relevante e poderia, quem domina, localizar uma cura para uma doença que arrasava as plantações. Digamos que as pessoas enxergavam uma finalidade “prática”. Ocorre que o meu estudo com a Xanthomonas sp era exatamente o mesmo que eu realizei antecipadamente, só que esse era focado na regulação dos genes de outra bactéria, a E. coli.
Na verdade, o que eu fiz no pós-doc foi desfrutar todo o discernimento que eu obtive no doutorado trabalhando com ciência básica e aplicá-lo em outro tema, que, por tua vez, apresentava superior interesse comercial. Eu jamais teria feito isto se antes não houvesse estudado a regulação gênica da bendita E.coli, a ponto de aprender como esse processo funciona. Meu doutorado, como este boa parcela dos projetos criados em universidades e centros de busca, era um serviço de ciência básica. É a ciência básica que busca compreender, nos mínimos detalhes, como o universo dá certo. A ciência aplicada utiliza as teorias e conceitos descobertos na ciência básica pra fazer tecnologia e colocá-la em prática em nossas vidas.
Ficou mais claro prontamente? Tem de mais uma luminosidade? Em vista disso falemos de iluminação! simplesmente clique na próxima página do site eletricidade claramente não é uma invenção humana. É uma entidade da natureza. Há http://educandoblog9.diowebhost.com/14654576/a-atual-gest-o-do-mec de discernimento de peixes elétricos no Egito e bem como pelas civilizações gregas e romanas. A eletricidade pairou como uma curiosidade durante diversos séculos, sem ser compreendida tampouco usada.
Foi lá no século 18 que o americano Benjamin Franklin conduziu uma série de experimentos com eletricidade. Para isso, ele vendeu todas as tuas posses — não havia agências de fomento à ciência para financiar suas pesquisas àquela época. leia o que ele disse: não estava preocupado com as aplicações da eletricidade. Ele queria só perceber como aquilo funcionava.
Em nenhum momento ele teve a radiante ideia de “inventar” uma lâmpada pra que as pessoas pudessem ler no escuro ou a final de ampliar a jornada de trabalho, sem a necessidade de velas ou de gás. Se não fosse a compreensão gerado por simplesmente clique no seguinte documento , e outros como Volta, Ampère, Ørsted e Faraday, nunca teríamos luz elétrica. Bem como não teríamos motores elétricos pra movimentar máquinas industriais, locomotivas, geladeiras etc. Este discernimento não foi gerado com o objetivo de desenvolver a iluminação elétrica ou o motor.
Essa execução se repete em todas as áreas da ciência.
Ele foi gerado simplesmente na curiosidade de grandes homens em apreender como o universo funciona. O que fazem os Prêmios Nobel? Essa dinâmica se repete em todas as áreas da ciência. Elizabeth Blackburn, Prêmio Nobel de medicina de 2009, estava interessada em aprender pedaços dos cromossomos chamados telômeros. Ela não fazia ideia de que um dia esses telômeros serviriam para perceber o envelhecimento do organismo.
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