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O Mercado Corporativo Segue Em Declínio

Четверг, 27 Августа 2020 г. 16:51 + в цитатник


Quinze Ideias Pra Obter Dinheiro Inexploradas E De Alto Choque Em 2018


Se você tem alguma incerteza sobre segurança da detalhes (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de detalhes etc.) irá até o final da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail pra g1seguranca@globomail.com. A coluna responde questões deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras. 96% da web está pela "deep" web? Mais Informações e fatos escrevo o meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) pro curso de jornalismo e o tópico é Deep internet e o jornalismo. Faço contato para esclarecer a seguinte indecisão: vários sites este link que a Deep internet corresponde a 96% de todo o conteúdo da Grande Rede, porém qual a origem desse número?


Onde ele foi citado a 1ª vez? Desde agora sou grato a tua atenção. Paulo, você podes não ter percebido, entretanto sua pergunta toca numa amplo "ferida". Eu não descreveria este número como "convenção". Está mais para "meme". O resumo da história -- que é vantajoso pra começarmos essa conversa -- é que essas estatísticas são chutes e falam de um conceito de deep web diferente do que se imagina. Se você pensa que essa "Deep Internet" dos "96%" tem algo a ver com programas como o Tor (foto) ou atividades ilegais, você está estaria cometendo um engano (um engano muito comum, inclusive).


Compartilhando do número em si, mesmo que uma pessoa pudesse "enxergar a internet inteira" pra optar o que é deep internet e qual a parcela que ela representa, seria primeiro indispensável impor um significado a esse número. Tendo como exemplo: se um arquivo de video com um filme está pela web, quantos porcento ele representa?


Se ele tem um GB (1024 MB) e um livro médio tem cinco MB, seria a presença de um video equivalente à presença de mais de 200 livros nessa "taxa"? mais... as imagens, documentos e textos digitalizados? Se essa ideia parece um pouco estranha para você, entenda que era exatamente esse tipo de estimativa que se fazia em 2001, no momento em que o termo "Deep Internet" foi cunhado pelo pesquisador Michael Bergman.


Um estudo dele na época multiplicou o tamanho médio das páginas da internet pelo número estimado de página s em subsistência para aparecer ao tamanho, em terabytes, de toda a internet. Isto foi comparado ao volume, também em terabytes, fornecido por administradores de blogs que não apareciam em mecanismos de buscas.


Que é: o pesquisador enviou um e-mail pedindo que os donos de determinadas dezenas de blogs informassem o tamanho dos seus bancos de fatos. É provável que o instituto de patentes dos Estados unidos, que armazena e publica on-line as patentes registradas por lá, não seja bem o que você associa com "deep web".


O estudo ("The Deep Internet: Surfacing Hidden Value") era na realidade um instrumento marketing da tecnologia do buscador BrightPlanet para garimpar infos em bancos se detalhes consultáveis. Este buscador existe até hoje -- ele é pago e segue prometendo ser qualificado de pinçar detalhes da "deep web". Imediatamente o postagem, apesar de teu intuito publicitário, é o mais citado do pesquisador Michael Bergman: de acordo com o Google, outros 1,seis mil textos científicos exercem fonte a ele. A despeito de a ação do trabalho de Bergman tenha popularizado o termo "Deep Internet", o conceito em si nasceu como "internet invisível". O termo data de 1994 e é atribuído à professora e consultora Jill Ellsworth.

  • Rhuan Willrich - Híbrido
  • Desenvolvimento de videos institucionais e de conteúdos muitos
  • As corporações usarão mais as mensagens de texto zoom_out_map
  • 5 - Avaliação do Treinamento
  • Eles se preocupam com o foco do trabalho
  • um Propósito Geral

Expressar de agências de governo como sendo porção da "deep internet" podes ser engraçado se você reflexionar que o termo "deep web" costuma ser hoje filiado a websites de vendas de drogas, pedofilia ou conteúdo macabro. Porém o termo surgiu -- como esta coluna neste instante ponderou algumas vezes -- para definir as páginas que estão fora dos mecanismos de busca. De fato, diversos bancos de fatos do governo estão fora dos mecanismos de procura: tal nos EUA como por aqui, a maioria das decisões judicais não poderá ser acessada por sites de busca genéricos, a título de exemplo. Você necessita consultar os processos nos sites específicos.


Os bancos de fatos de postagens científicos, cujo acesso depende de uma assinatura, assim como estão fora dos mecanismos de procura. Todavia você normalmente poderá acessá-los pela biblioteca da sua instituição -- logo, é possível que teu TCC acabe com fontes da "Deep Web", mesmo sem essa vontade. Há ainda páginas menos óbivas, mas muito comuns, desse conceito de "deep web". Perfis privados no Twitter e uma divisão imensa do Facebook não podem ser vistos em pesquisas, seja porque os usuários restringiram o assunto ou porque o Facebook necessita de cadastro pra visualização da post. Prontamente nas páginas abertas, existem limitações técnicas.

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