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Rita Pavone está comemorando cinquenta e cinco anos de carreira. Para todo o sempre lembrada pelo hit Datemi un Martello (ouça abaixo), a cantora italiana desembarca em maio no Brasil pra uma série de shows. A turnê Rita is Back passa por Porto Feliz (dia 12, Teatro do Bourbon Country), Curitiba (dia 15, Teatro Afirmativo), São Paulo (dia 17, Tom Brasil) e Rio de Janeiro (dia 19, Vivo Rio). Rita, de setenta e dois anos, volta aos palcos exibindo antigos sucessos e canções mais recentes.
Morando pela Suíça com a família, a diva disse com o R7 a respeito as apresentações por aqui. — A turnê não é somente uma "viagem nostálgica". O Que você precisa Fazer Para Fazer O Cabelo Era Comprido E Atraente? as músicas mais famosos, entretanto assim como traremos faixas do meu elogiado disco Masters (2013), que foi gravado com uma grande orquestra ao vivo no estúdio. Pois, o espetáculo será uma mistura de rock e baladas pungentes.
A vida de Rita é tão intensa quanto estupendo. Patrícia Abravanel Repreende Silvio Santos Por Se Comportar Como 'velho Taradão' , ela anunciou que daria um tempo dos palcos e candidatou-se ao senado italiano. Entretanto, não foi eleita e ainda saiu decepcionada. — O mundo da política é naturalmente "sujo". Deborah Secco Quer Viver Suzane Von Richthofen No Cinema O Dia do Brasil, a cantora mantém seguidores fieis aqui desde os anos 60, quando fez grande sucesso no Estado. — Espero, queridos, que a alegria de me ver novamente seja tão enorme quanto a minha.
Voltar ao Brasil é, com certeza, celebrar uma antiga amizade. Acesse abaixo os melhores momentos do bate-papo com Rita Pavone. — Em 1964, eu era muito popular no Brasil, no entanto não sabia o quanto. Desse modo, ao comparecer no Nação, me surpreendi com cenas de histeria no melhor modo Beatles. Haviam garotinhas gritando e chorando por mim!
Depois disso, voltei ao Brasil muitas vezes, incluindo, uma viagem de lua de mel. Tenho muitos amigos brasileiros que sempre mandam presentes de aniversário, Natal ou Páscoa. — Originalmente, If I Had a Hammer é uma canção de protesto do cantor e compositor americano Pete Seeger (ouça abaixo). Pela época, a RCA italiana queria que eu a cantasse, todavia a letra tratava de dificuldades sociais que não se refletiam na Itália. Trini Lopez (cantor americano de ascendência mexicana) tinha feito algo mais "leve", usando um ritmo distinto, porém, o texto ainda era forte demasiado pra uma criança como eu.
Assim, o chefe da gravadora pediu que um grupo de compositores adaptasse o tema, mantendo a frase "datemi un martello" (me dê um martelo). No conclusão, ele escolheu o texto de Sergio Bardotti pra refletir o descontentamento e, deste jeito, o protesto de uma jovem naquela idade "ingrata" chamada adolescência. — Me candidatei ao senado com genuinidade de sentimentos e vontade, mas não valeu a pena. O mundo da política é naturalmente "sujo".
As fraudes estão a todo o momento pela esquina. Do mesmo jeito que os milhares de cartões de eleitores estrangeiros localizados, ainda intocados, em latas de lixo no ano em que participei. Além do mais, pela hora da eleição, todos garantem o "céu e a terra" pro povo e, após eleitos, eles esquecem neste momento de tudo.
Porém, eu não me arrependo desta aventura. — Quer Mais Histórias Como Estas? , eu acredito que nunca fui elegante. Para mim, belíssimas eram atrizes como Ava Gardner, Grace Kelly e Ursula Andress. Eu a todo o momento tive um charme que agrada de alguma mandeira. Prontamente para conservar a maneira, em meu caso, é preciso consumir uma vez por dia. Duas refeições me fazem ficar mais gordo já.
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