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A comercialização online de passagens rodoviárias ainda representa uma fatia bastante fina de uma vasto pizza. Facebook E Cambridge Analytica: 7 Dados Que devia Saber , 5% das passagens foram adquiridos por meio de transações eletrônicas. Naquele mesmo ano, 160 milhões de passagens rodoviárias foram emitidos. Os números fazem divisão da segunda edição do estudo E-Rodoviário, elaborado por encomenda da ClickBus, corporação que lidera o segmento. A sensacional notícia pra maiores organizações do ramo é o crescimento expressivo do volume de passagens compradas com a socorro de pcs e celulares. Em 2015, este número foi de 6,3 milhões de unidades.
No ano passado, saltou para 7,nove milhões. Há entraves significativos pra que uma expansão mais acelerada nesse segmento se verifique. Um deles é a impossibilidade temporária de impressão de um e-ticket. Isso significa que, mesmo adquirindo a passagem por meio eletrônico, o viajante vai ter que atravessar num guichê da companhia de ônibus, na rodoviária ou, pela melhor das hipóteses, num quiosque ou terminal de auto-atendimento para imprimir o bilhete. Um projeto de lei que tramita no Senado pode oferecer uma injeção de capitalismo de verdade num setor que oferece monopólio em diversas rotas.
Caso a concorrência se instale, as empresas de transporte rodoviário intermunicipal e interestadual terão que eliminar custos de comercialização de passagens, reduzindo gastos com a estrutura física dos guichês e com funcionários envolvidos pela venda. Pelo menos essa é a projeção de Nilton Sklaski Junior, dono da Rodoviariaonline, sediada em Curitiba. É bem verdade assim como que há forças atuando em Brasília no sentido de preservar como está o setor de transporte rodoviário, isto é, com pouca concorrência em rotas altamente rentáveis. Breno Moraes, dono da Brasil By Bus, percebeu que havia um nicho de negócios pela venda eletrônica de passagens de ônibus.
Lançou no encerramento de 2011 o website, que originalmente publicava notícias e matérias a respeito viagens de ônibus e as possibilidades turísticas que poderiam se começar em uma rodoviária. Até a Copa de 2014, o site de Breno era o único que tornava possível a aquisição de passagens rodoviárias brasileiras por estrangeiros sem CPF.
Por ter esse viés, houve um estágio em que 80% do faturamento da organização era proporcionado por vendas a estrangeiros. O empresário não teme que as próprias corporações de ônibus desenvolvam sistemas para vender online tuas passagens. Salão De Frankfurt é Dominado Por Utilitários De Luxo , co-CEO da ClickBus, líder do setor, é outro empresário que se diz empolgado com as promessas do segmento que escolheu pra empreender. Tendo em mente a indispensabilidade de doar uma roupagem moderna ao comércio online de passagens dessa antiga e pouco glamourosa forma de viajar, o homem de negócios cearense deu descontos na última Black Friday, a título de exemplo. Pedagoga Adapta Profissão à Maternidade E Vira Empreendedora aeronáutico formado pelo ITA, Martins trocou os aviões pelos ônibus, e atravessou um bocado de problemas pra dirigir a corporação em seus anos iniciais.
No meio do caminho, Alencar conta que teve outra vez de se moldar aos processos do povo. “O fechamento de aluguéis, contratos, negócios e seguros são feitos de outra forma: são acordos mais frios, sem muita amizade e jeitinho. São estilos que só se aprendem com adaptação e experiência prática, e isto leva pode conduzir de 6 meses a um ano de vivência local sobre isto como os sistemas funcionam”, diz Alencar. A Perfect Travel Bag trabalha a partir de licenciamento, com pontos de venda que comercializam os produtos da marca.
Hoje, são três licenciados, sendo que um é brasileiro. Um quiosque licenciado da Perfect Travel Bag custa cerca de 50 mil dólares (em torno de 150 1 mil reais), durante o tempo que uma loja pequena sai por cem 1 mil dólares (em torno de trezentos 1 mil reais). A concepção de retorno do investimento fica entre dezoito e vinte e quatro meses.
O negócio espera chegar a 20 licenciados este ano. Porém nem só de negócios em setores mais usuais vivem os brasileiros que foram empreender nos EUA: alguns estão desejando competir com as famosas startups do Vale do Silício. É o caso da UPX Technologies, uma empresa brasileira de soluções de segurança e performance pela internet.
O negócio surgiu em 2002 e atende desde grandes empresas, como o Bradesco, até pequenas emissoras de rádio. “A expansão se deu pelo instante que detectamos que o que fazíamos no Brasil de imediato estava sofisticado o bastante pra nos tornarmos globais”, explica Bruno Prado, CEO da UPX. “Nós pensamos que o nosso objeto podes ser vendido em cada cota do universo, por ser uma solução tecnológica. A UPX começou teu planejamento com um teste de mercado, por intermédio da venda terceirizada em um marketplace americano: o negócio anunciava em um blog que reúne incontáveis serviços, e os clientes poderiam optar na solução da UPX.
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