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Então, ficava de forma acelerada claro que o meu guia era o mais atualizado. Isto foi MUITO mais complicado do que eu pensei. Eu sabia que teria que listar todos os 200 fatores de ranqueamento do Google. Todavia deixa eu te contar, foi muito, muito, penoso de adquirir. Sabendo disso, o que me motivou foi o acontecimento que eu sabia que meu post iria gerar excelentes resultados para mim, graças ao post do Vaughn, que neste instante tinha comprovado o interesse do público. O aplicativo é gratuito. O "Tabela Minuto" permite que o usuário envie a lista de compras dele por e-mail, e também permitir incluir categoria, quantidade de itens e tipo de embalagem. No entanto, não é possível editar o aplicativo pra acrescentar mais categorias. O app é de graça no iTunes (Apple) e não foi achado para o Android. Lanata - Destes anos ficará uma coisa bacana: a revalorização das organizações. Isto é uma coisa à qual infelizmente os argentinos nunca se preocuparam. Acho que esse governo ilustrou, por tabela por seus atos, que é necessário que o país tenha juízes independentes. Nos últimos tempos houve uma modificação de padrões.
O arquiteto colocou a estátua como recado futuro a respeito de as eventuais negociatas que seriam protagonizadas no edifício. O detalhe da mão passou desapercebido durante anos (imagem de Ariel Palacios). A CARA CLEPTOCRACIA - Daniel Santoro, jornalista que investigou escândalos de desvios de fundos do governo do ex-presidente Carlos Menem (1989-99), declara que “a corrupção no tempo menemista foi por intermédio das privatizações ou concessões das corporações do Estado argentino. Ele não renunciará, apesar de que terá muitas pressões pra deixar o governo, inclusive por porção de setores kirchneristas que não simpatizam com ele. Estado - Pela hora de comparecer às urnas, em 2015, para definir qual será o próximo presidente, os argentinos levarão em conta os casos de corrupção? Ou pesará mais o ditado “rouba contudo faz”?
A porcentagem ficou defasada. Smartphone - Alusão ao prefixo “15” dos telefones smartphones na Argentina, e por tabela, referência à comissão de 15% que inmensuráveis ministros cobrariam de empresários. Esta porcentagem também ficou defasada. Sobre isso - “Sobre” é “envelope”. Os subornos menores e cotidianos eram enviados em envelopes. No entanto, nos últimos anos o nome permaneceu, ainda que sejam entregues em sacolas de lixo de 60 litros. Bovino (não sabemos se luxuriento, pela Exposição Rural de 1910) posa ao lado da infanta da Espanha, em visita a Buenos Aires. E depois de falar sobre isto milhões, falemos sobre vinténs. PERFIL: Ariel Palacios fez o Master de Jornalismo do jornal El Nação (Madri) em 1993. Desde 1995 é o similar de O Estado de S.Paulo em Buenos Aires. Além da Argentina, assim como cobre o Uruguai, Paraguai e Chile. Em 2009 “Os Hermanos“ recebeu o prêmio de melhor web site do Estadão (prêmio compartilhado com o blogueiro Gustavo Chacra). Em 2013 publicou “Os Argentinos”, pela Editora Contexto, uma espécie de “manual” sobre a Argentina. Em 2014, em parceria com Guga Chacra, escreveu “Os Hermanos e Nós”, livro sobre o futebol argentino e os mitos da “rivalidade” Brasil-Argentina.
As pessoas consideram que é a divisão dos poderes é considerável. Estado - Como é a corrupção no interior da Argentina? Lanata - No interior, as coisas boas da democracia nos últimos 30 anos ainda não aconteceram lá. E ali há uma lógica mundial: quanto mais desprovido é um estado ou município, mais corrupto. Jorge Lanata, que nos anos oitenta fundou o jornal “Página 12”, ficou no último quarto de século em um dos emblemas do jornalismo investigativo argentino. Estado - Existem diferenças no modus operandi da corrupção do governo Kirchner com outro período bem como marcado pelos escândalos do tipo, o do governo de Carlos Menem? Lanata - O impressionante é que esse desenvolvimento exponencial é oficial, já que é o cálculo em base à declaração juramentada de bens. No entanto, mais impressionante, é que os juízes tenham encerrado os processos pela Justiça que investigavam o enriquecimento destas pessoas, sobretudo ao longo do tempo em que elas ocupavam cargos públicos.
Caso Skanska (2005): Escândalo que envolve empreiteiras argentinas e estrangeiras, entre elas a sueca Skanska, no superfaturamento das obras de 2 mega-gasodutos no sul e norte da Argentina. O principal suspeito do affaire é o Ministro do Planejamento Julio De Vido. Trem-bala (2006): A Oposição acusa os Kirchners de graves irregularidades no contrato que o governo assinou com a empresa francesa Alstom pra construção do controvertido trem-bala argentino. O governo dizia que o gasto da obra seria de 2,5 bilhões de euros. Contudo, a oposição afirmava que os contratos, da maneira como foram elaborados, implicariam em um custo três vezes superior ao orçamento oficial. A promotoria havia exigido seis anos de prisão pra De la Rúa. Porém, no ano anterior, o ex-presidente foi absolvido pelo tribunal. Do lado esquerdo da foto acima, o vice-presidente Amado Boudou, suspeito de caso de corrupção envolvendo gráfica terceirizada para imprimir dinheiro. Boudou exibe passos de dança no palanque no dia da posse da presidente Cristina em 2010. Pela data ainda era considerado o virtual herdeiro de Cristina.
Coima - Suborno preparado, ordenado. “Propina”, em espanhol, é usado para “gorjeta”. La Banelco - Alusão à “Banelco”, marca de um cartão de débito bancário. Surgiu no ano 2000, quando o portanto ministro do Serviço, Alberto Flamarique, teria afirmado que resolveria um impasse sobrea votação da polêmica Lei Trabalhista no Senado com “La Banelco”. Quer dizer, pagando aos senadores.
No interior há caudilhos que controlam tudo e impedem as denúncias a respeito de corrupção com ameaças físicas aos jornalistas independentes. Estado -A corrupção é permanente pela comunidade argentina desde os tempos da colônia espanhola? Lanata - No momento em que os primeiros 70 moradores desta cidade chegaram para fundá-la no século XVI, receberam parcelas de terra. Entretanto destes, os que ficaram, são só a metade. Cristina foi advogada durante poucos anos, em razão de depois entrou pra área pública. O caso é que os políticos argentinos sequer conseguem que tuas declarações oficiais de bens pareçam primordiais. Não é sequer uma pergunta de seus bens extraoficiais. Estado - Seria muito improviso por fração do vice-presidente Amado Boudou armar um esquema de corrupção e deixar que seu provável testa de ferro - a quem diz não entender - pague teu condomínio e Tv a cabo?
A presidente Cristina argumenta que seu enriquecimento precisa-se aos investimentos em imóveis o episódio de ter sido “uma advogada de sucesso”. O octogenário senador Carlos Menem, ex-presidente, é cumprimentado cálidamente em 2011 pelo líder do bloco kirchnerista no Senado, o kirchnerista Miguel Ángel Pichetto. Menem deixou de ser “arqui-inimigo” e transformou-se em enfático aliado do governo da presidente Cristina. Menem foi reeleito pro senado com respaldo dos kirchneristas da província de La Rioja. Nos últimos anos, em diversas ocasiões, Menem ponderou que a política da presidente Cristina “está mais do que certa”.
Porém, a maioria kirchnerista não permitiria a suspensão da imunidade, pelo motivo de Menem foi um aliado fiel da presidente Cristina desde 2009, favorecendo o governo nas votações. Cinco milhões para aprovar a lei, ignorada pelos sindicatos. O escândalo levou o então vice-presidente Carlos Alvarez à renúncia, indignado com a inexistência de esclarecimentos sobre o caso. O termo, usado de forma geral pro pagamento de subornos em empresas e governo, voltou a ser aplicado no caso da suposta compra de votos pela Câmara de Deputados por porção do governo de Cristina Kirchner. Diego - Alusão a “El Diez” (O Dez), apelido do ex-astro do futebol, Diego Armando Maradona. Todavia, nesse caso, o “Diego” menciona-se ao 10% de alguma quantia em jogo. Uma espécie de dízimo periódico. E esse é um dos fatores que explica a impunidade”. Garrido foi diretor da Promotoria de Investigações Administrativas em 2003. Todavia, renunciou poucos meses depois, no momento em que o procurador-geral da República, Esteban Righi, restringiu suas investigações, que começavam a ceder pistas sobre os primeiros escândalos do governo Kirchner. Nos últimos dois anos o governo foi abalado pelo avanço dos escândalos de corrupção protagonizados pelo vice-presidente Amado Boudou, roqueiro nas horas vagas e colecionador de motos Harley Davidson. O vice foi convocado para inquérito nos tribunais por irregularidades com a gráfica Ciccone, terceirizada pelo governo pra imprimir notas de pesos. O inquérito será no dia quinze de julho, depois do encerramento das distrações que a Copa do Mundo pode suscitar. A ocorrência de Boudou, que assim como é suspeito de enriquecimento ilícito, agrava-se a cada dia. Vários setores do kirchnerismo apontam que o vice, caso seja processado, deveria tomar uma licença do cargo, para não afetar a imagem do governo. Coincidentemente, Boudou ficou de fora do novo Conselho do Partido Justicialista (Peronista).
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