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Até que, um dia, ela ficou em residência sozinha por por volta de uma hora quando o filho foi conduzir o pai ao médico. No momento em que ele voltou, não a encontrou mais no apartamento. Ela retornou pra moradia com a roupa rasgada e as pernas raladas - havia caído no caminho. O filho, desta forma, não se conteve e chorou de desespero na frente da mãe. Sua mãe assim como tinha problemas de memória, todavia estava perfeitamente saudável, enquanto o pai estava com outras dificuldades clínicos que precisavam de cuidados. Pra dirigir-se ao médico com ele, a técnica foi conduzir os 2 juntos pro hospital.
Pela hora do diagnóstico, Marcela citou à mãe: "fica aí rapidinho durante o tempo que eu entro para o check-up com o papai". No momento em que voltou, a mãe não estava mais lá. Ela foi encontrada três dias depois, do outro lado da cidade, com as roupas sujas e rasgadas, sem dinheiro nenhum. Foram 3 dias de agonia para Marcela, sem saber o que poderia ter acontecido com a mãe. Os dois casos acima se referem a pessoas que sofrem da doença de Alzheimer, o tipo mais comum de demência que existe no mundo, que atinge 30% da população brasileira acima de 80 anos, segundo fatos do Ministério da Saúde. Ela age matando os neurônios e interfere na inteligência cognitiva.
BBC Brasil Rose Souza Lima, psicóloga e gerontóloga que atua há mais de 25 anos no tratamento de pessoas com demência. No Brasil, estima-se que existam cerca de 1,2 milhão de pessoas com Alzheimer - são em torno de 100 1 mil novos casos por ano. Não se entende a circunstância da doença, no entanto o modo de ação dela vem geralmente de uma proteína chamada betamiloide, que se deposita no cérebro em muitas áreas específicas, vai formando placas e causando danos pela comunicação dos neurônios. A primeira característica mais robusto nesse problema é a perda da memória recente. Essencialmente, você diz alguma coisa para alguém com Alzheimer e, em dúvida de minutos, ela poderá não mais se relembrar do que foi dito.
Não existe uma cura para o Alzheimer, porém há remédios que podem retardar o avanço da doença. O diagnóstico de Alzheimer não é preciso e podes causar muita confusão no começo. Não há um diagnóstico específico que traga um consequência afirmativo ou negativo pra doença. Charli XCX: “eu Não Sou Perfeita, Nunca Vou Ser E Não Me Importo Com Isso” se faz é uma observação completa com exames físicos e psicológicos para o que se chama de "diagnóstico diferencial" - nele, reduzem-se outras experctativas de doenças pra aí desta forma concluir que é Alzheimer.
BBC Brasil Renata Areza-Fegyveres, neurologista e pesquisadora do Grupo de Neurologia Cognitiva e do Posicionamento do Hospital das Clínicas. Os primeiros sinais para se atentar segundo as especialistas são a perda de memória recente e a alteração repentina no modo. Uma vez confirmado o quadro de demência, é respeitável dar início prontamente dois tratamentos: o medicamentoso e o não medicamentoso. Os especialistas costumam manifestar que o Alzheimer é uma doença que influencia mais quem cuida do que quem de fato sofre dela.
Poderá começar com simples dúvidas repetitivas durante um jogo de futebol na Televisão. Mas não sabia o que narrar pela hora que ele a questionava onde estava a avó, recém-morta. Como O Coaching Profissional Podes Modificar Minha Carreira? que o avô não lembrava - e desatava a lacrimejar. O Coaching E O Desenvolvimento De Corporações Autênticas E Saudáveis casos poderá ser tão vasto pro cuidador com a intenção de envolver até já revelações familiares inesperadas. Os três já estavam pela faixa dos 70 ou 80 anos, quando Joana começou a mostrar sinais de demência.
E a partir daí, ela mudou seu posicionamento com relação ao marido da irmã. Dizia coisas como "por que você não passou lá em residência ontem? Faz tempo que você não vai lá" - tudo pela frente de Lúcia, que começou a desconfiar da ligação dos dois. Até que um dia, a própria Joana, em um estágio de consciência, pediu perdão à irmã pelo que havia feito. Foi no momento em que Lúcia descobriu que ela e seu marido haviam tido um caso por anos no decorrer da vida. Rose, que ajudou a família a encarar com o caso.
O principal alerta dos especialistas a respeito como tratar um paciente com Alzheimer é nunca recorrer à racionalidade. Qualquer coisa muito comum nesses casos, segundo os cuidadores ouvidos na reportagem, é as pessoas com Alzheimer pedirem pra "reverter afim de moradia" ainda que neste instante estão em residência. E diversas vezes elas se tornam agressivas com isto: "Eu não moro nesse lugar, quero comparecer bem que. Essa não é a minha residência".
Um outra dificuldade comum aos pacientes é a rejeição à indispensabilidade de cuidadores profissionais. Jorge conta que teve muita complexidade com isto ao tratar de sua mãe e só conseguiu "convencê-la" no momento em que deixou seu estresse explodir na frente dela. Porém é possível driblar essa rejeição inicial assim como com estratégia. ▷ Aulas Particulares Coaching De Carreira Ilhéus casos mais complicados, os cuidadores podem ser introduzidos aos poucos - aí eles vão ficando até serem "aceitos" pelos pacientes. Dessa maneira, aos poucos, a paciente aceitou a ideia de ter uma pessoa em residência a todo o momento. Os cuidados profissionais com um paciente que tenha Alzheimer conseguem transportar melhoras interessantes pela rotina dele e assim como dos familiares.
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