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Quem não aprecia exercícios físicos acha que eles só são necessários para as pessoas que pretende esculpir o organismo. Para aprender qual o tipo de exercício físico que devia, é necessário saber o que o teu corpo está pedindo: mais resistência ou mais potência? A resistência física é a perícia do teu corpo humano em realizar atividades que exigem vigor. Entre elas, aquela corridinha básica em procura do ônibus, a subida nos degraus e até atividade sexual! A força muscular é o em tal grau de peso que teu organismo agüenta para, a título de exemplo, levar aquela sacola pesada do mercado ou segurar no colo um guri. Depois que você identificou qual a necessidade do teu organismo, é hora de começar a se mexer!
Para que pessoas está sem fôlego pra nada, é necessário ampliar a resistência física realizando caminhadas, andando de bicicleta ou deixando o elevador de lado para usar as escadas. Procure elaborar uma rotina, a toda a hora saia de casa no mesmo horário pro seu organismo se acostumar com o novo vício. Com o tempo, no momento em que a hora do exercício chegar, o teu organismo é quem vai estar pedindo por uma corridinha. Aula de dança bem como é uma excelente opção para ampliar a resistência e você ainda terá outros proveitos, como se socializar mais e enfim aprender a dançar uma música na balada. Todos os exercícios aeróbicos auxiliam a potencializar a tua resistência física.
Se você não aprecia caminhadas, procure aulas de step ou jump. Há a todo o momento uma nova modalidade para ti achar, não desanime! Se você está fraquinha e não agüenta o peso de nada, o único jeito de reverter esta situação é se matriculando na academia. A potência muscular só é obtida com musculação. Não fique com desonra se no começo você só alcançar suspender um quilo e ainda achar que está muito pesado. O ganho muscular é gradual e o mundo inteiro começa com insuficiente peso. Flexões de braços, agachamentos e algumas repetições estarão no teu circuito de exercícios.
Por trás da proliferação interminável dos espetáculos de reinvenção que vemos hoje, existe o imperativo cultural de agir —de consertar, refazer, aperfeiçoar ou transformar. Se você não gosta de teu hábitos de vida ou de tua aparência atual, descarte-os e se reprojete. Em tese, o imperativo cultural da reinvenção envolve frequente redefinição do "eu", de forma a trazer ganhos ao ser, e não perdas, mas na verdade o método se assemelha a uma aniquilação niilista da identidade. É como se, embriagado com as fantasias narcisistas do ego, o indivíduo constantemente repaginado fosse exibido como um neurótico compulsivo, viciado nos altos e baixos de uma existência reconstruída uma vez após a outra.
Não obstante, o apelo à reinvenção está em toda parcela: reinvenção da identidade e do corpo humano, do sexo e dos relacionamentos, das carreiras e das organizações, dos lugares, das regiões e da ordem mundial. Considere, a título de exemplo, a mistura perversa de terror e deleite que alimenta a gordofobia. Em um mundo com valores ditados pelo consumismo, na cultura empresarial e pelo culto das celebridades, há um escrutínio frequente dos corpos obesos (e mesmo do possível surgimento de gordura). O reality show americano "The Biggest Loser" é emblemático. Mulheres são forçadas a se apresentar em sutiãs sumários e shorts apertados, exibindo tua carne trêmula, e a audiência se delicia assistindo aos exercícios doloridos que os participantes acima do peso fazem perante as ordens de personal trainers.
Nota-se aqui um deleite quanto à reinvenção dos corpos —deleite que provoca o terror que procura transcender. Desse ângulo, a comunidade da reinvenção é revelada como uma ilusão destrutiva na qual mulheres e homens renegam, ou expelem de suas vidas, aquilo que não são capazes de tolerar. Todavia, se existe ilusão, assim como existe resiliência. A reinvenção, assim, entre outras coisas, a toda a hora representa um engajamento (mesmo quando mínimo) com os contornos da invenção. Meu pretexto geral é o de que a reinvenção e as ideologias a ela relacionadas podem ser compreendidas mais corretamente como decorrências da difusão daquilo que de imediato defini como novo individualismo.
O individualismo girava em redor da construção de uma identidade privada e estável para nós mesmos, independente do universo. Todavia o individualismo de hoje nos encoraja a variar tão completa e tão rapidamente que nossas identidades se tornam descartáveis. O termo "individualismo" foi cunhado no início do século dezenove pelo francês Alexis de Tocqueville pra descrever o senso emergente de isolamento social que ele observou nos EUA. Hoje, essa consciência continua em atividade, todavia com um comportamento devidamente modificado e ajustado pra se enquadrar ao novo capitalismo e às tecnologias montadas pela globalização —e é em vista disso que falo de um novo individualismo. O novo individualismo é movido por uma fome insaciável de modificações imediatas.
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