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Vamos conceder continuação à nossa observação a respeito da economia de uma Catalunha independente. Se considerarmos um ranking hipotético do PIB per capita dos 28 países da Combinação Europeia (UE) mais o novo Estado soberano, a Catalunha ficaria 11º território no dias de hoje, entre o Reino Unido e a França.
Porém será que a região conseguiria manter tais níveis de fortuna após a separação? Três Produtos Multifuncionais Pros Cabelos do novo povo? A resposta, como quase a toda a hora em Economia, é: depende. Como Iniciar uma Discussão Com Inexplorados Num Evento , carecemos situar o horizonte da análise. No curto período, é ponto pacífico entre os economistas (pró-autonomia ou não) que o PIB sofrerá queda, no entanto a intensidade estimada varia bastante de estudo pra estudo.
De imediato no longo período, não há projeções confiáveis, somente especulação. Além do mais, é necessário afirmar quais hipóteses serão usadas. Veremos como suposições ligadas a estas questões definem cenários econômicos muito distintos, variando de estagnação temporária a depressão profunda. No entanto antes, devemos aprender o porquê de estas suposições serem tão discrepantes entre si. Não há consenso sobre como calcular a diferença entre os impostos recolhidos na Catalunha e os gastos públicos que beneficiam os cidadãos da região, ou seja, como determinar o famoso déficit fiscal. Você não leu errado - há uma explicação clara para o déficit, todavia não se entende exatamente como mensurá-lo.
O defeito está no critério de imputação: onde os gastos do Conheça A Mulher Por Trás Da Plataforma Que Faz Blogueiras Ganharem Dinheiro ? Segundo o mecanismo do fluência monetário, preferido por economistas independentistas, os gastos necessitam ser contabilizados apenas nas regiões onde se realizaram. Neste instante pelo modo do fluidez de benefícios, os gastos necessitam ser imputados por todas as regiões e distribuídos conforme o encontro estimado no bem-estar dos cidadãos residentes em cada território. Tais como, na primeira metodologia, os custos de uma estação de trem ou de um aeroporto desenvolvido em Madrid necessitam ser contabilizados como um gasto desempenhado em Madrid, apenas.
O segredo de curso de privilégios parece mais razoável, no entanto há várias dificuldades em começar um critério pra distribuição interregional dos impactos no bem-estar. Desta maneira, as estimativas do déficit fiscal segundo esta metodologia variam de 3% a 5% do PIB catalão. O esquema do curso monetário, mas, é mais fácil e todas as publicações que o utilizam sinalizam que o déficit está por volta dos 8% do PIB regional. É essa cifra elevada que participantes do movimento separatista evocam quando dizem “España nos roba”. Um segundo ponto de discordância entre os economistas que tentam avaliar os impactos da possível urgência de uma Catalunha soberana é a reação dos freguêses espanhóis.
Existe um fenômeno denominado como “efeito-fronteira” que poderia delimitar a know-how da Catalunha de exportar para a Espanha. Um viável boicote por parcela dos espanhóis também agiria neste 68a. Vaquejada De Itapebussu . O efeito-divisa é a influência da vivência de fronteiras políticas no volume de comércio internacional em oposição ao volume de comércio doméstico. Isso ocorre por questões culturais e possibilidades políticas que afetam a preferência dos compradores, como o idioma, a rede de contatos dos cidadãos, a regulação econômica e a peculiaridade da educação, a título de exemplo. 2018 Form 10-K Annual Report» , no curto período, não se distanciaria muito da Espanha em alguns destes quesitos, como os contatos e a educação, mas certamente seria afetada por outros, como a língua e a regulação.
Esta última, aliás, eventualmente seria a maior referência de problemas - podemos sonhar o que aconteceria lendo pra agenda intervencionista do partido que governa a localidade, o Esquerda Republicana da Catalunha (ERC). Um boicote dos cidadãos espanhóis de fora da Catalunha, que se diferencia do efeito-fronteira por ser uma retaliação, e não uma charada de preferências, é uma expectativa controversa.
Os independentistas acham que os interesses econômicos irão predominar sobre isso as reações emocionais e, deste jeito, um boicote não ocorreria, porque prejudicaria os espanhóis. Embora ocorresse, seu impacto seria reduzido, uma vez que dois terços das “exportações” da Catalunha para a Espanha são de bens intermediários e as empresas espanholas não incorreriam nos custos de trocas de fornecedor. Caso alcance a liberdade, a Catalunha precisará pedir seu ingresso na UE da mesma forma que qualquer outro nação, e não será automaticamente inserida no bloco, como até insuficiente tempo declararam as lideranças secessionistas.
Não há, além disso, nenhuma garantia de que as negociações com a UE teriam sucesso, no mínimo não no curto período. As complicações poderiam ser muitas. Em primeiro local, para entrar no bloco europeu, o novo povo precisaria ser conhecido internacionalmente, especialmente como associado das Nações Unidas. O processo não seria rápido e passaria pelo questionamento da legitimidade da recém-formada república, cuja declaração unilateral vai de encontro à Constituição espanhola e colocaria em cheque a validade jurídica das novas corporações.
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