Feridas Ou úlceras Que Não Cicatrizam |
Uma norma de ouro na Medicina instaura que qualquer ferida cutânea ou das mucosas que não cicatrize em um momento de 4-6 semanas necessita ser investigada no significado de eliminar uma lesão maligna. Em muitos casos, acham-se causas benignas, como corpos estranhos (vidro, plástico) que originam um modo inflamatório, algumas vezes com formação de granulomas.
O tratamento é simples e consiste na remoção do corpo humano exótico. Outras vezes, a inexistência de higiene local é referência de infecções recorrentes, em regra polibacterianas, algumas vezes com criação de trajectos fistulosos e abcessos locais que necessitam ser desbridados ou drenados cirurgicamente. Em alguns casos, existem doenças sistémicas ou metabólicas subjacentes que necessitam ser diagnosticadas e tratadas (e.g., diabetes mellitus, insuficiência vascular periférica, déficits imunitários). Ocasionalmente, a ferida ou ulceração é devida a um processo maligno.
Na pele, os tumores mais frequentes são o carcinoma epidermóide e o carcinoma basocelular. A biópsia é fundamental pro diagnóstico. Necessitam-se fazer muitas biópsias, profundas, da zona periférica da ulceração, pelo motivo de a biópsia do centro necrótico talvez não seja diagnóstica e oferecer um repercussão falsamente negativo. Diagnosticados em fase precoce, estes tumores são virtualmente 100% curáveis.
Qual Escolha é Melhor Pra Começar? . No entanto, é localmente invasivo e recorre com periodicidade, se não for removido totalmente com uma sensacional margem cirúrgica de segurança. As ulcerações benignas infectadas secundariamente são, em norma, dolorosas à pressão ou palpação, no tempo em que que os tumores malignos são, inicialmente, indolores, porém esta diretriz tem excepções.
Às vezes, estes doentes são tratados com anti-inflamatórios não esteróides (e.g., ibuprofen, naproxen, diclofenac, aspirina). Estas drogas cortam a inflamação e os sintomas locais e conseguem transportar a uma falsa impressão de segurança. Os tumores malignos conseguem ter um componente inflamatório ambiente que responde parcialmente a estas drogas. Logo, uma resposta parcial não tem que ser interpretada como prova de benignidade de uma lesão.
Na incerteza, o checape patológico da lesão (biópsia) é imperativo. Pela mucosa nasal ou oral, aplicam-se os mesmos princípios. O cancro da cavidade oral (mucosa oral, língua, palato, faringe, mucosa nasal, etc.) afecta, em especificação, adultos com factores de risco, particularmente, fumadores crónicos ou alcoólicos, e é mais prevalente em estratos sociais mais desfavorecidos.
São, em regra, carcinomas epidermóides e, tipicamente, crescem e invadem localmente, só metastizando em estádios relativamente avançados. Contudo, o enorme número de estruturas anatómicas locais significativas num anão espaço torna a completa ressecção desses tumores problemática, nos estádios localmente avançados. A cirurgia pode ser mutilante para ser curativa e a radioterapia acompanha-se de uma certa morbilidade (xerostomia, disfagia, etc.). Tumores recorrentes são improvavelmente curáveis. A regra de ouro continua a ser: Toda e cada ferida ou ulceração na mucosa nasal, língua, palato, faringe, mucosa oral, alvéolos dentários, que persiste pra e também 4-6 semanas, deve ser biopsada.
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