Oficinas Gratuitas Com Sete Cursos São Oferecidas Para Adolescentes Em Salvador |
O Projeto Oficina de Muita Música ocorre de fevereiro à maio e fornece cursos e shows pra jovens de todas as faixas etárias. As ações acontecem pela Moradia da Música e no Parque de Abaeté, em Salvador e contam com 7 oficinas gratuitas de Violão, Miúdo, Hipótese Musical, Xadrez, Manutenção de Violão, Técnica Vocal e Arte Terapia.
De acordo com o coordenador Fabio Shiva, a principal característica das oficinas é o compartilhamento de conhecimento, entre alunos e facilitadores o que acaba agilizando e enriquecendo o recurso de aprendizado. A Oficina de Violão atende numerosas pessoas das comunidades de Itapuã e adjacências de todas as faixas etárias. Facilitadores: Fabio Shiva, Cigano Rogério, Vitor Ravel, Alejandro Carvalho e Joaquim Izaias.
A Oficina de Pequeno aplica a proposta do projeto de livre troca de conhecimentos no estudo coletivo do contrabaixo elétrico, tendo como facilitador Juarez Moura Brandão. Oficina de Teoria Musical que tem como intuito principal capacitar os membros a ler partituras musicais.
Facilitadores: Barra Mansa, A Cidade Da Música: 22 1000 Alunos E Orquestra Sinfônica Completa . Oficina de Xadrez que tem como intuito auxiliar o estudo da música pelo exercício da percepção espacial e do raciocínio matemático criados no jogo de xadrez. Ela ocorre paralelamente à Oficina de Teoria Musical tendo como facilitador: Juracy Costa. Oficina de Manutenção em Violão com um encontro mensal de duas horas cada, com dicas de luthieria, menores consertos e cuidados de conservação com o violão. Oficina de Técnica Vocal com um encontro mensal de duas horas cada, com exercícios de canto e respiração para novatos. Conheça A Turma Do Fundão 2018 de Arteterapia com um encontro mensal de duas horas cada, com práticas terapêuticas de desenho, pintura e escultura.
15 (confirme presença e pague meia). A Minha Primeira Vez... Com Um Violão -feira - 28 de abril - 19h … Eu sou a Próxima. Exposição na Okupa … Assimilar A TOCAR VIOLÃO Facilmente o pouco caso do Estado pra com a comunidade lésbica. Contém relatos de agressões e mortes de mulheres lésbicas, principalmente negras (como Luana Barbosa, que dá o nome à Coletiva). No documentário, cada mulher do grupo conta um caso de morte como se fosse a própria vitima, denunciando a falta de políticas públicas pra proteção de lésbicas: “nós morremos por imprudência do Estado”.
Entrada: um quilo de alimento não perecível. No Okupa do povo de via, debaixo do Viaduto Alcântara Machado, que fica na altura do número 888 da estrada do mesmo nome (perto do Metrô Brás, saída na avenida Piratininga). Sexta-feira - vinte e oito de abril - 19h … Picanha de Chernobill - no Rápido … Banda gaúcha de rock’n’roll com influência de blues, folk e música brasileira de raiz, faz show ‘O Conto, a Selva e o Fim’.
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