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Crianças pela Europa são alvo de campanhas que promovem alimentos ricos em gordura, açúcar e sal, alerta a Organização Mundial da Saúde. Pais subestimam técnicas publicitárias persuasivas e personalizadas. As crianças europeias estão sendo "bombardeadas" com anúncios e marketing digital que promovem o consumo de alimentos nocivos à saúde e que aumentam o risco de obesidade infantil, alertou nesta sexta-feira (04/11) a Organização Mundial da Saúde. Em relatório, pesquisadores da OMS pedem que políticos ajam para socorrer as crianças dos anúncios desses alimentos em portais de internet, jogos - os chamados advergames - e redes sociais. Zsuzsanna Jakab, diretora regional da OMS para a Europa.
Segundo Jakab, na inexistência de mecanismos reguladores eficientes nas mídias digitais, as garotas acabam expostas a técnicas de marketing persuasivas e personalizadas. OMS. Como ausência regulamentação efetiva e controle a respeito do marketing digital, as criancinhas ficam expostas a poderosas campanhas de marketing online a partir de plataformas digitais que coletam detalhes pessoais de usuários. O relatório descreve ainda como corporações tiram proveito do exercício de celulares pelas meninas.
Algumas vezes, as companhias utilizam detalhes da localização geográfica dos aparelhos pra publicar anúncios e "ofertas especiais" em tempo real, quando os usuários se encontram em áreas onde estabelecidos produtos são comercializados. Pesquisas apontam que em torno de 2 terços das crianças que se tornam obesas antes da adolescência se tornarão adultos obesos. Como Vender Com Chatbots, Pesquisa Por Voz E Novas Interfaces -se que 25% das gurias em idade escolar na Europa neste momento estejam acima do peso certo ou obesas, de acordo com o estudo da OMS. Por Que Vendê-los Em Seu E-commerce? criancinhas estão mais aptas a fazer doenças crônicas, como o diabetes, câncer e dificuldades cardíacos.
E, ao contrário do que se pensa, essa corrente de notícias falsas não é consumida apenas por apoiadores de políticos radicais ou por pessoas com baixa escolaridade. Em abril de 2017, o BBC Trending noticiou que havia uma onda de notícias falsas a respeito de Trump. Especialistas dizem que pessoas com nível grande de escolaridade bem como conseguem ser enganadas por mentiras e frequentemente são mais refratárias no momento em que expostas a informações que desafiam tuas críticas.
Mas a onipresença do termo fake news quem sabe esteja começando a torná-lo sem sentido. Todo tipo de conteúdo - descontextualizado, manipulado, baseado em teorias da conspiração, incorreto ou que as pessoas só não gostam - passou a ser rotulado com a frase. Alexios Mantzarlis, diretor do instituto internacional de checagem de dados Poynter.
Por isso, alguns especialistas com vasta experiência na área começaram a recuar do bombardeio de fake news. Clare Wardle da First Draft News, agência sem fins lucrativos de checagem de dados, baseada no centro Shorenstein da Faculdade de Harvard, nos EUA. Wardle diz que a obsessão com o termo fake news - e, sim, essa reportagem pode ser incluída nela - também está prejudicando a importância de veículos até logo confiáveis.
O que possibilitou a versão moderna das fake news, ou a desinformação, foi o crescimento explosivo das mídias sociais. O que fazer dessa forma? A checagem de notícias funciona, diz Alexios Mantzarlis, todavia uma solução automatizada não é a única resposta. Nem sequer todas as organizações de checagem de notícias no universo juntas serão capazes de derrotar sozinhas cada notícia falsa. E embora haja dúvidas quanto à efetividade da checagem de detalhes, Mantzarlis acredita que esse serviço tem um embate importante.
Segundo ele, as pessoas podem ser resistentes aos fatos, entretanto poucas são imunes a eles. No futuro, o termo fake news podes tornar-se uma relíquia da febre de 2017 (se tivermos sorte). Todavia a briga contra a desinformação não morrerá. Corporações e governos estão tomando ações concretas - e tuas consequências serão sentidas por um tempo.
Além da atenção redobrada à ação das organizações de tecnologia, especialistas também se preocupam com o poder dos governos. Mantzarlis, postando propostas de abundantes países europeus. A mais abrangente entrou em atividade no dia 1º de janeiro de 2018 pela Alemanha. 195 milhões) se não o fizerem. E pra além dos textos políticos virais, há novas fronteiras que os checadores de infos estão tentando cruzar.
Fotos e Como Mensurar Resultados Nas Mídias sociais em aplicativos fechados como o WhatsApp. Muita desinformação sobre o assunto saúde, religião e sociedade está sendo propagada fora dos EUA, em países em desenvolvimento, bem que o debate sobre o assunto notícias falsas esteja focado apenas no Ocidente. Existe, porém, uma questão importante nesta discussão: qual é o fundado impacto da desinformação nos eleitores?
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