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Como A Procura Podes Auxiliar Tua Marca Nas Redes sociais?

Вторник, 22 Января 2019 г. 07:26 + в цитатник


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Grupos racistas encontraram na web a oportunidade de acrescentar o discurso de ódio e atacar pessoas com o uso de identidades falsas. No último sábado (6), as vítimas foram seis alunos e um professor da UniCarioca. clique em próximo post tiveram suas fotos de mídias sociais divulgadas e foram chamadas de “macacos”. A fundação foi nomeada como “uma senzala gigantesca” e um dos estudantes negros foi intimidado de morte.


As mensagens racistas e homofóbicas estão sendo investigadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. De acordo com a assessoria de imprensa da UniCarioca, os agredidos virtualmente foram recebidos pelo vice-reitor e orientados a assinalar um boletim de circunstância na DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática). O colégio contratou uma advogada especializada em crimes virtuais e 4 dos seis alunos ofendidos registraram o BO.


A advogada entrou com uma Após o Sucesso Nas Redes, Zack Magiezi Lança Livro Com Seus Poemas , com isso, foi aberto um inquérito pra investigar os responsáveis pelos ataques. Ainda segundo a assessoria, a fundação está prestando toda a solidariedade e suporte às vítimas. Realmente compensa Estar Em Todas As Mídias sociais Da Moda? investigação por quota da polícia, a instituição contratou uma equipe característico para auxiliar a achar os culpados.


“A Unicarioca abriu um inquérito interno para ver paralelamente. Sabendo se houve envolvimento de algum aluno no crime, a pessoa vai acompanhar a regra disciplinar. Estamos agindo de modo bem cautelosa e, antes de fazer cada ato, vamos aguardar a investigação da polícia. O processo está na mão da delegacia”, garantiu o assessor.


ganhar curtidas , o consultor de tecnologia, que cursa análise e desenvolvimento de sistemas na UniCarioca, está tentando provar a inocência e ajudando a Polícia Civil nas investigações. Em conversa com o R7, Ricardo descreveu que esta não foi a primeira vez que foi vítima de hackers que usaram seu nome pra fazer ataques.



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Segundo ele, o Dogolachan - fórum que tem como determinação o anonimato dos internautas - é o responsável pelo crime contra a faculdade carioca. O estudante acusa o grupo de ter usado teu nome no ano passado para ameaçar pessoas como Janaína Paschoal, Alexandre Frota e Anderson França. Pra ele, os ataques são uma retaliação em razão de os hackers constataram que estavam sendo investigados. “Meu nome acabou se sobressaindo nos últimos dias por conta dos ataques à universidade. Esquerda E Direita Realizam Defesa Seletiva Da Independência De Sentença /p>

No entanto neste momento estou monitorando eles há uns 3 anos e já chegou a hora de eu contra-atacar. De acordo com a assessoria de imprensa da UniCarioca, o estudante realmente é inocente no caso de racismo. ], que seria autor do texto, realmente não é o autor. Existe uma investigação anterior com o nome dele envolvido em outros crimes e a polícia de imediato vinha observando que ele é vítima de hackers.


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Ele, de fato, não está envolvido diretamente e está ajudando a polícia”, assegurou. O espaço que dissemina ódio nas redes sociais com tema racista, homofóbico, machista, nazista e até pedófilo, é em modelo chan, o que garante o anonimato de quem posta as mensagens criminosas. O Dogolachan foi pensado em 2013 pelo hacker Marcelo Valle Silveira Mello, assim como conhecido como Psy ou Batoré.


O hacker também desenvolveu um site em que ensinava como estuprar alunas da FFLCH (Universidade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Faculdade de São Paulo). O R7 ligou para a casa de Mello duas vezes. Pela primeira tentativa, a mãe dele - que não se identificou - afirmou que o filho não estava.


Na segunda, ela descreveu que não dialogou mais com o filho. Ricardo Wagner está utilizando o Twitter pra apresentar as artigos do Dogolachan e provar sua inocência. “Já recebia uma série de ameaças, porém não possuo susto deles. leia + são só com expressões, eles trabalham com blefe, nada além disso”, garantiu.





 

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