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São Paulo — Mesmo num caso de forte desemprego e um vasto volume de mão de obra disponível no mercado, por volta de 40% das corporações brasileiras sofrem para preencher vagas de nível técnico no estado de São Paulo. Faltam candidatos com as competências necessárias pra completar esses postos de serviço. Em palestra no evento, Marcos Lisboa, presidente do Insper, reconhece que a produtividade brasileira está em queda livre há cerca de 40 anos, pela contramão do que ocorreu com outros países da América Latina e do resto do mundo. As causas do defeito adicionam alguns fatores conjunturais, por exemplo a falta de competência do poder judiciário, a pouca particularidade dos instrumentos de crédito e escassez no acesso à informação.
Além disso, diz Lisboa, o Brasil protege e contribui organizações ineficientes — que jogam o funcionamento médio do povo para baixo. Dito isso, o miúdo nível de qualificação da mão de obra é uma das principais explicações por trás do atraso. Consequentemente, a reversão desse dificuldade é um fator crítico pra retomada do avanço econômico do nação.
“É preciso se mobilizar para aprimorar a criação dos técnicos, e vários empregadores imediatamente começaram a fazer isso”, argumentou no seminário Nilson Pereira, country manager da Manpower Brasil. “O brasileiro é muito fixado pela ideia de ter um diploma de graduação, e acaba se formando em áreas como administração ou direito, que não são tão solicitadas pelo mercado atualmente”.
Uma saída pros adolescentes, os mais atingidos pelo desemprego, é apostar em cursos técnicos, sobretudo no setor de TI (tecnologia da dica), que oferecerá ainda mais postos de trabalho. “É um movimento benéfico em tão alto grau para ampliar a empregabilidade do jovem quanto para recolher o Brasil da crise”, reconhece Pereira. Segundo André Portela, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o instante é de transformação radical nas necessidades do mercado de serviço. “Hoje, o jovem deve se sonhar como um imigrante num novo país”, diz Encontre Como Socorrer O Seu Celular Contra Roubos E Invasão De Privacidade . “É como se o brasileiro fosse trabalhar na Ásia: ele está diante de um mercado de João Amoêdo Ganha Mais De R$ um Milhão Por Mês Só Pela Renda Fixa de competências algumas e mais complexas”.
Quais são as competências mais procuradas? O estudo analisou o cenário nos 3 setores que apresentam o superior potencial pra mobilizar o progresso econômico e gerar empregos no estado de São Paulo: serviços de TI (tecnologia da dado), atenção à saúde e fabricação de produtos alimentícios. Em cada um desses campos, a escassez de talentos se manifesta de uma forma específica.
No caso do setor de TI, a principal lacuna está nas habilidades técnicas, uma questão que só será corrigido se houver uma revisão do currículo dos cursos da área. Pra fugir do defeito, diversas corporações contratam pessoas com grau superior para cargos de nível técnico, uma saída desaconselhável do ponto de visibilidade dos organizadores do estudo.
Neste momento os técnicos de saúde apresentam deficiências quanto às suas habilidades práticas. Eles têm entendimento técnico bastante, no entanto pouca experiência no desempenho de tuas atividades. A solução seria que as instituições de ensino aumentassem o número de horas de treinamento prático e as corporações investissem em mais oportunidades de estágio. A indústria alimentícia, enfim, tende a contratar trabalhadores insuficiente qualificados e de baixa renda. De forma geral, diz o estudo, faltam a eles habilidades socioemocionais — que, aliás, compõem uma lacuna considerável em toda a mão de obra técnica brasileira. O que são habilidades socioemocionais e como desenvolvê-las?
O Melhor Território é Ser Feliz , gerente de tecnologias educacionais do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), o ensino no Brasil é excessivamente conteudista, ou melhor, centrado pela transmissão de dicas teóricas sobre isso focos como história, biologia e geografia. “Há pouca conexão com a prática do mercado de trabalho, o que desencoraja a sequência dos estudos”, alegou ele no evento.
Todavia, se o ensino fosse voltado para o desenvolvimento de competências, haveria espaço para absorver ao currículo escolar as chamadas capacidades socioemocionais, ligadas a fatores como modo e relacionamento interpessoal. É evidente que o desenvolvimento de habilidades socioemocionais não cabe no currículo de um curso técnico, que não dura mais do que 1200 horas. São competências desenvolvidas no decorrer da vida, declara o gerente do SENAI, e deveriam ser incluídas na criação do ser desde o ensino fundamental.
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