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Redes sociais Impulsionam Denilson Com As Marcas · Notícia · Máquina Do Esporte

Четверг, 25 Апреля 2019 г. 13:45 + в цитатник

Nanico Necessita de Estratégia Antes De Usar Instagram Para Vender


O Grupo Globo divulgará por esse domingo os seus novos princípios editoriais. Na prática, um guia pra regular o modo de seus jornalistas nas redes sociais. A organização quer que os jornalistas tenham um modelo de jeito pela web que não coloque em risco o que a toda a hora foi muito caro ao discurso histórico do grupo: a isenção. As palavras “isenção” e “isento” foram escritas 16 vezes no editorial de página inteira assinado por João Roberto Marinho, presidente do Conselho Editorial. A medida influencia todos os que trabalham em lugares como Tv Globo, jornais O Globo e Extra, rádio CBN, revistas da Editora Globo (como a Época), e G1.


A ideia, segundo texto assinado por Marinho ao qual tivemos acesso, é “tentar ao máximo nos despir de tudo aquilo que possa pôr em indecisão a nossa isenção”. Segundo o documento, o grupo considera toda mídia social potencialmente pública - mesmo que postagens estejam restritas só aos amigos em grupos fechados como o WhatsApp. O terror é o vazamento de prints que possam comprometer o repórter e, assim sendo, “inabilitá-lo” a exercer o jornalismo.


“Isso não é admissível, uma vez que a isenção é o principal pilar do jornalismo. Perder a reputação de que é isento inabilita o jornalista que se dedica a reportagens a fazer o teu trabalho”, diz o texto. Falar sobre este tema opiniões privadas entre amigos no WhatsApp? Só se o jornalista tiver uma vaga “confiança absoluta” no interlocutor. Ele passa a ser responsável pelas atitudes de terceiros. No texto de apresentação às algumas regras, Marinho diz que está somente fazendo “recomendações”.


É a única vez que a palavra aparece na página. De imediato a expressão “deve” aparece vince e seis vezes, na maior quantidade delas em feitio impositivo. “Sei que não é necessário, no entanto dou neste Descubra Os Dias E Horários Mais Agitados Das Redes sociais exemplos”, escreve Marinho. Não que o jornalista deva se abster de investir em bolsa (uma atividade privada), no entanto que ele deve salientar em seu perfil público em quais companhias investe.


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Melhor do que bloquear comportamentos que interferem pela vida pessoal do jornalista, o projeto quer apostar em transparência. O texto mistura apoiar um candidato político com apoiar uma ideia ou uma tese, e quer controlar até mesmo os likes dos funcionários. “Esses jornalistas não devem nunca se pôr como parte do debate político e ideológico, muito menos para auxiliar pra vitória ou a derrota de uma tese, uma medida que divida opiniões, um propósito em disputa. Marcelo Victor/Arquivo 2018A endossar ou, pela linguagem das redes sociais, “curtir” publicações ou eventos de terceiros que participem da batalha político-partidária ou de ideias.” O jornalista é contra a pena de morte? O Futuro Do Encontro Online Não é Muito Atraente, Mas é Brutalmente Produtivo /p>

Não pode curtir um artigo sobre isto. Deseja o encerramento da competição às drogas? Silêncio. É contra a corrupção? Acredita em aquecimento global? Quer mais cotas nas universidades? O comunicado diferencia reportagem de colunas, e permite aos colunistas que continuem emitindo avaliação. Como vai funcionar em casos como o de Alexandre Garcia, tendo como exemplo, que frequentemente senta na bancada do Jornal Nacional, não como comentarista, contudo como apresentador?


Ele será capaz de acompanhar no Twitter debochando da morte de mulheres, explicando “Eu eu com isto? ” ao conversar um estupro, ironizando uma mãe brasileira que foi separada do filho pela imigração dos Estados unidos ou escrevendo que o final da ajuda sindical obrigatória é afim de encerrar com os “pelegos”? Sem entrar no mérito de suas considerações, todos estes tópicos são cobertos pelo Grupo Globo. Duas frases podem sintetizar o norte filosófico por trás da carta: “O jornalista do Grupo Globo, sem exceção, não pode, por óbvio, criticar colegas de suas redações ou de redações de competidores nas redes sociais.


O crítico acaba a toda a hora por se suprimir diante do público.” É a interdição do debate de ideias e, principlamente, a compreensão de que ser um jornalista crítico - e poder criticar republicanamente os colegas - é ser um jornalista pequeno. Prazeroso mesmo é treinar a domesticação. Os fundamentos assim como abarcam assuntos prosaicos. “O jornalista deve impedir criticar hotéis, marcas, organizações, restaurantes, produtos, companhias aéreas etc., mesmo que tenha tido uma má experiência”. Em caso de incerteza sobre o assunto publicar ou não postar, o Grupo Globo é taxativo: “A única solução é consultar a chefia”.


Se o cidadão foi sacaneado por uma corporação de telefonia ou de plano de saúde, é de bom tom consultar o chefe para saber se pode permanecer publicamente indignado. Jornalistas do grupo que conversaram com a gente durante o Congresso da Abraji, que ocorre por este final de semana em São Paulo, se mostraram, em geral, indignados.




 

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